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Considere o caso clínico a seguir.

Paciente de 66 anos de idade, sexo feminino, diagnóstico recente de epilepsia secundária (pós-acidente vascular cerebral isquêmico) com crises focais motoras. A paciente é portadora de litíase renal e fibrilação atrial (faz uso de warfarina).


O anticonvulsivante apropriado para essa situação é

Considere o caso clínico a seguir.

Paciente de 63 anos de idade, sexo masculino, queixa-se de mialgia importante e paresia proximal de grau leve após o uso de sinvastatina. Após a suspensão do medicamento, não apresentou melhora em 90 dias. Manteve desde o início CPK (creatinoquinase) elevada.


A hipótese diagnóstica que justifica esse quadro clínico é

São padrões associados a grave alteração clínica, exceto:

Considere o caso clínico a seguir.

Paciente de 55 anos de idade, sexo masculino, foi vítima de acidente vascular isquêmico há dois dias. A investigação revela múltiplas estenoses intracranianas. Não há anormalidade ecocardiográfica e nenhum relato de arritmia cardíaca (realizado Holter e eletrocardiograma).


Nesta situação, assinale a conduta correta.

No tratamento medicamentoso das epilepsias, deve-se previlegiar a monoterapia ainda que em dose elevada. No entanto, ocasionalmente a associação de medicamentos é imprescindível para o sucesso terapêutico.


Qual a associação de medicamentos antiepiléticos é racional e sinérgica levando em consideração o mecanismo de ação e características farmacocinéticas das drogas?