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Embora o ambiente escolar não seja uma unidade hospitalar, a cozinha da escola deve seguir princípios semelhantes aos de um serviço de nutrição clínica, especialmente no que diz respeito à manipulação de alimentos para crianças com necessidades especiais ou doenças crônicas.
A adoção de práticas sustentáveis no ambiente da cozinha escolar, como o uso de composteiras para cascas e resíduos vegetais, além de contribuir com o meio ambiente, pode ser articulada com projetos pedagógicos integradores, desde que haja capacitação mínima da equipe de merendeiras.
Em um ambiente escolar onde a cozinha é próxima do refeitório, é considerado aceitável que a merendeira realize o transporte de panelas quentes sem luvas térmicas, caso o trajeto seja inferior a 5 metros e não haja obstáculos ou outras pessoas circulando.
Em escolas públicas, o armazenamento de hortaliças em caixas plásticas perfuradas, organizadas sobre prateleiras de aço galvanizado com altura mínima de 15 cm do chão, ventiladas e afastadas da parede, está de acordo com os padrões higiênico-sanitários preconizados para a merenda escolar.
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A separação de alimentos crus e cozidos durante o armazenamento e o preparo é uma das medidas mais eficazes na prevenção de DTAs, sendo inclusive exigência expressa nas normas da Anvisa e do Ministério da Saúde.