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A avaliação dos objetivos traçados no Plano de Ensino Individualizado (PEI) deve ocorrer ao final do ano letivo e resultar na atribuição de uma nota ou conceito que determine a aprovação ou reprovação do estudante no Atendimento Educacional Especializado.
Para garantir a objetividade e a validade da avaliação pedagógica funcional, o professor do AEE deve basear-se exclusivamente na aplicação de testes psicométricos padronizados, evitando métodos subjetivos como observações em contexto e entrevistas com a família.
Em um processo avaliativo inclusivo, a nota final de um estudante público-alvo da educação especial deve ser sistematicamente ajustada para um valor maior, a fim de compensar suas dificuldades e garantir sua aprovação, prática conhecida como progressão continuada.
Situação hipotética: Um estudante com paralisia cerebral possui limitações motoras severas que afetam a escrita. O professor do AEE, em acordo com a equipe pedagógica e a família, define em seu PEI que as avaliações escritas serão substituídas por avaliações orais. Assertiva: Essa medida constitui uma forma de acessibilidade curricular no processo avaliativo.
Na EJA, a avaliação formativa e a avaliação classificatória são processos mutuamente excludentes; se um professor adota a avaliação formativa para acompanhar o progresso dos alunos, ele está impedido de atribuir notas ou conceitos ao final de um período letivo para fins de registro e certificação.