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Um homem de 56 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2 há 5 anos e hipertenso controlado com monoterapia, comparece à Unidade Básica de Saúde para consulta de rotina. Ele é tabagista (20 maços/ano) e não apresenta sintomas cardiovasculares. O exame físico não demonstra sopros carotídeos ou alterações de pulsos periféricos.
De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Prevenção Cardiovascular e as orientações do Ministério da Saúde para a Estratificação do Risco Cardiovascular Global, qual a classificação de risco deste paciente e o respectivo alvo terapêutico para o colesterol da lipoproteína de baixa densidade (LDL-c)?

Um homem de 56 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2 há 5 anos e hipertenso controlado com monoterapia, comparece à Unidade Básica de Saúde para consulta de rotina. Ele é tabagista (20 maços/ano) e não apresenta sintomas cardiovasculares. O exame físico não demonstra sopros carotídeos ou alterações de pulsos periféricos.



De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Prevenção Cardiovascular e as orientações do Ministério da Saúde para a Estratificação do Risco Cardiovascular Global, qual a classificação de risco deste paciente e o respectivo alvo terapêutico para o colesterol da lipoproteína de baixa densidade (LDL-c)?

Um homem de 56 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2 há 5 anos e hipertenso controlado com monoterapia, comparece à Unidade Básica de Saúde para consulta de rotina. Ele é tabagista (20 maços/ano) e não apresenta sintomas cardiovasculares. O exame físico não demonstra sopros carotídeos ou alterações de pulsos periféricos.
De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Prevenção Cardiovascular e as orientações do Ministério da Saúde para a Estratificação do Risco Cardiovascular Global, qual a classificação de risco deste paciente e o respectivo alvo terapêutico para o colesterol da lipoproteína de baixa densidade (LDL-c)?

Homem de 54 anos, hipertenso e em uso irregular de medicação, procura o pronto atendimento referindo cefaleia leve e certa ansiedade há duas horas, sem dor torácica, sem dispneia, sem déficit neurológico focal.


PA na admissão: 194 × 108 mmHg, sem sinais de lesão aguda de órgão-alvo ao exame físico e à avaliação inicial (ECG e exame neurológico normais). Demais sinais vitais sem alterações.


Nesse cenário, assinale a opção que indica a melhor opção terapêutica.

Durante sessão no tribunal, um político de 62 anos, condenado por corrupção, recebeu a notícia da manutenção de sua pena em regime fechado.


Minutos depois, passou a apresentar dor torácica súbita, de forte intensidade, descrita como “rasgando” no centro do tórax, com irradiação para dorso, acompanhada de sudorese fria e mal-estar intenso.


Ao chegar ao setor de emergência do fórum, está hipertenso (maior PA de 190x110 mmHg), com assimetria de pressão entre os membros superiores, taquicárdico (FC 112bpm) e com pulsos periféricos diminuídos à direita. ECG sem alterações isquêmicas agudas significativas.


Assinale a opção que apresenta a conduta mais adequada para o tratamento inicial desse paciente.