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MP
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Conhecimentos Específicos
Uma psicóloga que atua em um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) atende frequentemente famílias em situação de vulnerabilidade social. Durante as sessões, ela se depara com relatos de comportamentos que poderiam ser interpretados como patológicos, mas que, em seu entendimento, são reações esperadas às condições adversas vivenciadas. Ela se preocupa em não rotular ou medicalizar essas respostas, buscando estratégias de intervenção que considerem o contexto social e promovam o fortalecimento dos indivíduos e da comunidade.
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Conhecimentos Específicos
Um psicólogo escolar recém-contratado por uma rede municipal de ensino de Bariri (SP) foi designado para atuar em uma escola com altos índices de conflitos interpessoais entre alunos e professores. Ao analisar a situação, o profissional percebe que a abordagem tradicional, focada apenas na identificação de problemas individuais dos estudantes, tem se mostrado insuficiente. Ele busca, então, estratégias que envolvam a instituição como um todo.
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MP
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Conhecimentos Específicos
A equipe de saúde mental de um posto de saúde em Bariri (SP) percebe um aumento significativo no número de crianças e adolescentes sendo encaminhadas para diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e Transtorno Opositor Desafiador (TOD). Muitos desses diagnósticos são feitos com base em comportamentos considerados 'difíceis' ou 'desafiadores' em ambiente escolar e familiar, sem uma investigação aprofundada das condições sociais e pedagógicas. Diante desse cenário, qual crítica fundamental a equipe deve considerar sobre a medicalização e patologização?
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MP
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Conhecimentos Específicos
Um psicólogo escolar, ao realizar o acompanhamento de alunos com dificuldades de aprendizagem, percebe uma tendência crescente em alguns professores e pais em atribuir tais dificuldades a diagnósticos patológicos, muitas vezes sem uma avaliação aprofundada. Essa prática levanta questionamentos sobre a medicalização e patologização no ambiente escolar.