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Com base em sua pesquisa sobre a práxis de coordenadores pedagógicos da rede municipal de ensino, Franco (In: FRANCO e CAMPOS, 2016) afirma que coordenar o pedagógico é
Supervisores de ensino que atuam em um sistema municipal do interior paulista, na intenção de participar da democratização da educação e da sociedade, construindo uma “escola pública de qualidade para todos”, e entendendo que essa busca seria uma “obra comum”, elaboraram uma proposta orientadora do acompanhamento e da assessoria às equipes gestoras das escolas, voltada a “mobilizar o que houvesse de melhor em cada um”, tendo em vista a construção dessa “obra coletiva”. Apoiaram-se em Mario Sergio Cortella (2015) para referenciar essa proposta de ações para a “mobilização das contribuições, a reflexão crítica sobre elas e sua reconstrução. Aplicando concepções explicitadas por esse autor, na publicação citada, desafiaram a si mesmos e aos companheiros gestores das escolas municipais a “cultivar cinco competências”: abrir a mente (atenção ao que muda e disposição para aprender); elevar a equipe (ao crescer, levar o outro consigo); recrear o espírito (ter alegria em trabalhar no que trabalha); inovar a obra (se reinventar, buscar novos métodos e soluções); empreender o futuro (ir se fazendo, se reeditando, junto com os outros). Tal projeto objetivou, com o cultivo dessas competências, desenvolver, nos supervisores de ensino e nos gestores escolares do município, o que Cortella conceitua como
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A Secretaria Municipal de Educação em que Carlos e Judite trabalham solicitou ao Grupo de Supervisores de Ensino que desenvolvesse um Projeto voltado a otimizar o funcionamento dos Conselhos de Escola, visando à sua revisão e revitalização, como medidas necessárias à concretização do princípio da “gestão democrática do ensino” no sistema municipal. Uma das atividades introdutórias do Projeto desenvolvido foi a leitura e o debate do texto de Ciseski e Romão, sobre os Conselhos de Escola, (capítulo 5 da obra “Autonomia da Escola – princípios e propostas”, de Gadotti e Romão, 2001). Os autores analisam os pressupostos da gestão democrática, os parâmetros para a constituição dos Conselhos de Escola, a estrutura e o funcionamento dos Conselhos de Escola e, também, diferentes opiniões sobre os Conselhos de Escola. Chegam, então, reflexivamente, à conclusão de que, no contexto político e educacional brasileiro, o caráter do Conselho de Escola pode
A organização espaço-temporal das escolas é condicionada e condiciona a dinâmica social e cultural, atuando também na educação das crianças, por isso é fundamental pensar nos possíveis efeitos dela na formação dos alunos e no trabalho dos professores. No que concerne à organização do tempo nas escolas, pode-se afirmar que:
O pedagogo deverá articular coletivamente as ações na escola, de forma, que todos os envolvidos no processo ensino - aprendizagem, possam ter conhecimento de todas as funções que são exercidas na escola; e também competência para direcionar as ações assumindo com responsabilidade a sua área ou função específica. Dessa forma, é CORRETO afirmar que: