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Matos (2015) elenca uma série de ações afirmativas do
Conselho Federal de Serviço Social (CFESS) que contribui
para a defesa das atribuições privativas e, especialmente,
para a materialização das competências profissionais, dentre
elas, a Política Nacional de Fiscalização, uma vez que busca
aprimorar o trabalho profissional de assistentes sociais. A
referida política possui três dimensões:
Barroco & Terra (2012) discorrem sobre a necessidade de
consciência ética e responsabilidade por parte das/os
profissionais em relação aos usuários afirmando que: “A rotina
cotidiana oculta diferentes faces do desrespeito sofrido pelos
usuários nas triagens, nas entrevistas, nas idas e vindas em
várias instituições, até ser atendido, na invasão de sua
privacidade, na moralização de suas atitudes. Muitas vezes,
mergulhado na rotina institucional, o profissional não percebe
que está impedindo ou limitando o acesso aos direitos, de
forma direta ou indireta. Aparentemente, na lógica da
hierarquia institucional e da fragmentação que perpassa pelas
relações dos diferentes profissionais que nela atuam, a
responsabilidade de cada profissional termina quando um
caso atendido é passado para outro profissional” (p.80/1).
Sobre essas questões, as autoras consideram que a/o
assistente social deve, dentre outras ações,
Com base nas orientações do CFESS (2022) sobre produção
de documentos e emissão de opinião técnica em Serviço
Social, assinale a alternativa correta acerca da elaboração de
manifestação técnica da/o assistente social.
Com base no texto "Crise sanitária, políticas públicas e
sociabilidade: desafios ao Serviço Social brasileiro", (MOTA,
2021, p. 49-65) assinale a alternativa correta acerca do
posicionamento do Serviço Social diante da crise sanitária
marcada pela articulação entre crise do capital, ofensiva
neoliberal e desmonte das políticas públicas.
Durante o atendimento a um usuário da Rede de Atenção
Psicossocial (RAPS), a equipe de uma unidade de saúde
defende sua internação psiquiátrica prolongada com base no
argumento de que “pessoas em sofrimento mental
representam risco permanente à sociedade”. A família,
pressionada pelo estigma social, reforça a necessidade de
afastamento do convívio comunitário. Diante dessa situação,
assinale a análise profissional mais coerente com a direção
ético-política do Serviço Social, conforme publicação
“Assistente Social no combate ao preconceito. Discriminação
contra a população usuária da saúde mental” (CFESS, 2022):