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De acordo com Barroco (2012), a defesa dos direitos humanos é uma das prescrições constitutivas dos princípios fundamentais do Código de Ética de 1993. No entanto, a autora assinala a necessidade de reconhecer os seus limites e possibilidades no capitalismo e que é fundamental a sua compreensão histórica. Nessa direção, a defesa dos direitos humanos deve ser tratada como: 
Durante o atendimento a um usuário da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), a equipe de uma unidade de saúde defende sua internação psiquiátrica prolongada com base no argumento de que “pessoas em sofrimento mental representam risco permanente à sociedade”. A família, pressionada pelo estigma social, reforça a necessidade de afastamento do convívio comunitário. Diante dessa situação, assinale a análise profissional mais coerente com a direção ético-política do Serviço Social, conforme publicação “Assistente Social no combate ao preconceito. Discriminação contra a população usuária da saúde mental” (CFESS, 2022):
No processo histórico de renovação do Serviço Social brasileiro, a ruptura com o conservadorismo profissional relaciona-se à construção de uma direção crítica para a profissão.

Essa direção crítica caracteriza-se pela:
A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) funda princípios de dignidade e igualdade. Em que ponto esses fundamentos apoiam a ação do assistente social, lidando com violações de direitos básicos?

A atuação do Assistente Social pauta-se na Constituição Federal, leis, declarações e estatutos, com a finalidade de garantir o que está legalmente instituído. O Estatuto da Pessoa com Deficiência, por exemplo, é uma área de atuação desse profissional. Tal estatuto determina no Art.2°. que são consideradas pessoas com deficiência: