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O estudo da História das mulheres, dos movimentos LGBTI+ e das comunidades tradicionais é considerado secundário no currículo de História, pois esses grupos sociais não exerceram influência significativa na construção das estruturas políticas e econômicas ao longo do tempo.
A valorização da diversidade étnica, cultural e social, bem como a formação para a cidadania, são pilares fundamentais do ensino de História, que deve contribuir para o reconhecimento e o respeito às múltiplas identidades presentes na sociedade brasileira e global.
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O professor, ao trabalhar com turmas das séries finais do Ensino Fundamental, pode motivar os discentes a construir o conhecimento de um determinado tema utilizando um dos métodos da História Cultural, buscando com os alunos vestígios, como um policial, como um detetive faz, como afirma Carlo Ginzburg.
É CORRETO afirmar que este método corresponde ao (à):

Leia o texto seguinte:


“Repensar a História produzida e sua inserção nos currículos dos cursos de formação inicial em História e também na prática pedagógica dos professores formadores, assim como repensar o conhecimento histórico escolar, analisando o lugar social ocupado pelos atores ausentes, inferiorizados ou ‘periferizados’ particularmente os afro-brasileiros e indígenas, na produção e veiculação do conhecimento histórico, constitui-se uma possibilidade concreta para a construção de um conhecimento pautado pela compreensão da importância da inclusão da História da diferentes populações e sujeitos até então silenciados e/ou ocultos, rompendo, assim, com a dicotomia ‘dominantes e dominados’, ‘superiores e inferiores’, mas também auxiliando na mudança de posturas e concepções sobre negros e indígenas, dos esteriótipos criados, do racismo e da discriminação revelada contra estes sujeitos históricos”. (CEREZER, Osvaldo Mariotto. Ensinar História Afro-brasileira e Indígena no século XXI: A diversidade em debate.

Curitiba: Appris,2019. p.229.)



O ensino de História afrodescendente e indígena no Brasil está amparado por legislações específicas e por diretrizes curriculares que buscam enfrentar o racismo estrutural e valorizar a diversidade histórica e cultural do país.


Sobre o debate apresentado no texto, assinale a alternativa CORRETA.

A contextualização é uma tarefa imprescindível para o conhecimento histórico. Com base em níveis variados de exigência, das operações mais simples às mais elaboradas, os alunos devem ser instigados a aprender a contextualizar.
(Brasil. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. A Etapa do Ensino Fundamental – História, p.399)
A partir dos pressupostos teóricos que fundamentam a BNCC, identifique atividades relativas à aprendizagem mencionada no fragmento.