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Sobre a reabilitação vocal em pacientes submetidos ao tratamento do câncer de cabeça e pescoço, especialmente após laringectomia, analise as partes:


(1a parte): A prótese traqueoesofágica é considerada, atualmente, um dos métodos de reabilitação vocal com melhores resultados em inteligibilidade e qualidade vocal após laringectomia total, desde que haja adequada integridade do segmento faringoesofágico e acompanhamento multiprofissional especializado.


(2a parte): A voz esofágica é o método preferencialmente indicado para todos os pacientes laringectomizados totais por dispensar dispositivos acessórios, apresentar rápida aquisição e independência de treinamento fonoaudiológico prolongado.


(3a parte): Pacientes submetidos à laringectomia parcial podem apresentar alterações vocais decorrentes de modificações anatômicas e biomecânicas da fonte glótica, sendo a terapia fonoaudiológica direcionada à otimização da vibração remanescente e ao ajuste da ressonância vocal.


Está(ão) CORRETA(S):

Paciente adulto, sem histórico prévio de abuso vocal, evolui após período de ventilação invasiva com dor à fonação, sensação persistente de corpo estranho e rouquidão progressiva. A avaliação endoscópica revela lesão localizada na região posterior da laringe, adjacente à articulação aritenoidea, com aspecto inflamatório e crescimento focal, sem padrão bilateral ou difuso. Considerando a correlação entre história clínica, localização e mecanismo etiológico predominante, o diagnóstico mais compatível é:
Profissional da voz com uso vocal intenso apresenta rouquidão progressiva e lesões bilaterais simétricas no terço médio das pregas vocais, sem sinais de infiltração ou crescimento irregular. Esse paciente pode apresentar:
Durante o acompanhamento de um paciente com doença pulmonar obstrutiva crônica em fase estável, o fonoaudiólogo observa redução do tempo máximo de fonação, quebras frequentes da cadeia falada, necessidade de inspirações suplementares em enunciados curtos e piora da inteligibilidade em fala encadeada, sem evidência de lesão estrutural laríngea primária ou alteração neurológica central associada. Considerando a base fisiológica que mais diretamente explica a limitação comunicativa descrita, o componente funcional predominantemente comprometido é: 
Após procedimento cirúrgico cervical, um paciente evolui com voz soprosa, redução da intensidade vocal, escape aéreo durante a fonação e episódios de tosse ineficaz, sem alterações estruturais em cavidade oral ou alterações significativas de mobilidade lingual, sugerindo comprometimento da coaptação glótica por falha de inervação motora intrínseca da laringe: