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“Os mais fortes laços que lhes mantêm a integridade social
não serão senão os primários e mais rudimentares vínculos
humanos, os resultantes direta e imediatamente das relações de
trabalho e produção: em particular, a subordinação do escravo ou
do semiescravo ao seu senhor. Muito poucos elementos novos se
incorporarão a este cimento original da sociedade brasileira, cuja
trama ficará assim reduzida quase exclusivamente aos tênues e
sumários laços que resultam do trabalho servil”.
PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil Contemporâneo: colônia. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1999., p. 341.
Caio Prado Júnior compreende não ter havido, no Brasil, uma ruptura com o passado colonial. Nesses termos, no que se refere à relação de trabalho, resta evidente
PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil Contemporâneo: colônia. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1999., p. 341.
Caio Prado Júnior compreende não ter havido, no Brasil, uma ruptura com o passado colonial. Nesses termos, no que se refere à relação de trabalho, resta evidente
Concurso:
UECE
Disciplina:
Antropologia
“O pensamento dos xamãs se estende por toda parte,
debaixo da terra e das águas, para além do céu e nas regiões mais
distantes da floresta e além dela. Eles conhecem as inumeráveis
palavras desses lugares e as de todos os seres do primeiro tempo. É
por isso que amam a floresta e querem tanto defendê-la. A mente
dos grandes homens dos brancos, ao contrário, contém apenas o
traçado das palavras emaranhadas para as quais olham sem parar
em suas peles de papel. Com isso, seus pensamentos não podem ir
muito longe.”
KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. A queda do céu: palavras de um xamã yanomami. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 468.
O xamã yanomami, Kopenawa, no trecho anterior, apresenta uma compreensão dupla de discurso (o do homem branco e o do xamã), no texto anterior, no qual o discurso xamânico assume
KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. A queda do céu: palavras de um xamã yanomami. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 468.
O xamã yanomami, Kopenawa, no trecho anterior, apresenta uma compreensão dupla de discurso (o do homem branco e o do xamã), no texto anterior, no qual o discurso xamânico assume
“Ora, direis, ouvir estrelas, certo perdeste o senso
E eu vos direi, no entanto
Enquanto houver espaço, corpo, tempo e algum modo de dizer não
Eu canto”.
BELCHIOR. Divina comédia humana, álbum Todos os Sentidos. Rio de Janeiro: Warner Music Brasil, 1978.
Belchior (1946-2017), cantor e compositor cearense, costumeiramente fazia referências a algumas questões filosóficas que o inquietavam. No trecho anterior, ele apresenta uma compreensão particular da arte como
E eu vos direi, no entanto
Enquanto houver espaço, corpo, tempo e algum modo de dizer não
Eu canto”.
BELCHIOR. Divina comédia humana, álbum Todos os Sentidos. Rio de Janeiro: Warner Music Brasil, 1978.
Belchior (1946-2017), cantor e compositor cearense, costumeiramente fazia referências a algumas questões filosóficas que o inquietavam. No trecho anterior, ele apresenta uma compreensão particular da arte como
“Do mesmo modo que o corpo, sendo mortal, os seus
sentidos contemplam coisas mortais, assim a alma que contempla
realidades imortais e raciocina sobre elas, deve necessariamente
ser imortal e viver eternamente. Os pensamentos e considerações
sobre a imortalidade jamais a deixam, mas ficam nela como um lar
que assegura a imortalidade.”
SANTO Atanásio de Alexandria. Contra os pagãos. São Paulo: Paulus, 2002. p. 58.
A via da prova da imortalidade da alma, no argumento de Atanásio de Alexandria, segue os termos seguintes.
SANTO Atanásio de Alexandria. Contra os pagãos. São Paulo: Paulus, 2002. p. 58.
A via da prova da imortalidade da alma, no argumento de Atanásio de Alexandria, segue os termos seguintes.
“Uma dominação cega de tipo escravagista não é
economicamente rentável para a metrópole. A fração monopolista
da burguesia metropolitana não apoia um governo cuja política é
unicamente a da espada. O que os industriais e os financistas da
metrópole esperam do seu governo não é que ele dizime as
populações, mas que salvaguarde, por meio de convenções
econômicas, os seus ‘interesses legítimos’”.
FANON, Frantz. Os condenados da terra. Juiz de Fora: Ed. UFJF, 2005., p. 83.
Para Fanon, o colonialismo atual se caracteriza muito mais
FANON, Frantz. Os condenados da terra. Juiz de Fora: Ed. UFJF, 2005., p. 83.
Para Fanon, o colonialismo atual se caracteriza muito mais