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A história da educação de surdos no mundo é marcada por movimentos educacionais intensos, ora em defesa do uso de sinais ou métodos combinados, ora em defesa da oralidade. Dentre os diversos congressos internacionais que discorriam sobre essa matéria Rodrigues, Vieira-Machado e Vieira (2021), ao se apoiarem em documentos históricos, problematizam o risco de tomar o Congresso de Milão,1880 como um espaço exclusivo de deliberações sobre a escolarização de surdos no mundo. Com base nesses autores, o Congresso de Milão:
Na História da Educação dos Surdos, o famoso congresso realizado em Milão (Itália), em 1880, teve seu público maior composto de italianos e franceses, unidos, principalmente, por razões políticas. Moura (2000) apresenta que, um dos motivos que tornou esse evento tão impactante na vida e educação dos Surdos no mundo todo foi a eleição do método oral como melhor alternativa para a educação de surdos. Mais de um século depois, no Brasil, políticas públicas resguardam o direito ao Surdo de aprender na sua própria língua, a Língua Brasileira de Sinais, além da aprendizagem da Língua Portuguesa na modalidade escrita. Indique quais são os cursos nos quais a Língua Brasileira de Sinais deve ser incluída e o ano que essa exigência se tornou lei.
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é uma língua visual-espacial usada pela Comunidade Surda no Brasil. Como qualquer língua, ela possui aspectos linguísticos próprios, que incluem fonologia, morfologia, sintaxe, semântica e pragmática que são fundamentais para a sua estrutura e uso. Qual das afirmações abaixo está correta em relação aos aspectos fonológicos de Libras?
O Decreto 5.626, publicado em 2005, considerava três perfis profissionais de Libras, sendo eles:

1. Formação em Pedagogia ou Normal Superior, ou Normal Médio, em todos os casos caracteristicamente tendo a Libras como língua de instrução;
2. Curso de graduação de licenciatura plena em Letras: Libras ou em Letras: Libras/Língua Portuguesa como segunda língua – para atuação nos anos finais do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Superior;
3. Normal Médio para a Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental. O mesmo decreto considerava ainda a então formação de instrutores de Libras em nível Médio, a qual se daria à época por:
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O artigo 29 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) enuncia que “a Educação Infantil “tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade”. Nessa esteira, em se tratando das pessoas surdas, Stumpf e Linhares (2021) apontam que a Libras é condicional para que a criança surda seja contemplada por essa diretriz. Para as autoras a língua de sinais “não é uma ferramenta metodológica, mas uma língua pela qual metodologias, didáticas e prescrições pedagógicas irão se realizar na Educação Bilíngue de Surdos”. Com base em Stumpf e Linhares (2021), os eixos principais que compreendem o ensino da Libras como primeira língua para surdos compreendem:
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