Filtrar


Questões por página:
No debate sociológico, a partir da década de 1970, os estudos das relações entre as diversas sociedades e o meio ambiente passaram a compor o que se chamou de Sociologia ambiental. De acordo com os sociólogos Gustavo Ferreira da Costa Lima e Fátima Portilho, a Sociologia ambiental emerge no contexto de movimentos que criticavam a depredação de recursos naturais e constatavam cientificamente as duras consequências ambientais dos processos de desenvolvimento econômico e do uso de tecnologias predatórias. No contexto da formação da Sociologia ambiental, marque a alternativa correta.
É “caracterizado pelo desaparecimento do mercado de trabalho de profissões ou funções em razão do avanço tecnológico, tornando cada vez mais alto e contínuo o percentual da população desempregada. Um exemplo dessa mudança no mercado de trabalho é o desaparecimento da função de torneiromecânico” (OLIVEIRA,2025, p.147). O excerto apresenta consequências resultantes da aplicação da metodologia do modelo de produção:
Na década 1970, o modelo fordista de produção começou a entrar em crise, em virtude do esgotamento dos mercados por razão da superprodução, o que acarretou, consequentemente, a diminuição da lucratividade. Um novo formato de organização da produção, implementado pela montadora de automóveis japonesa Toyota Motor Company, fundada em 1937, foi adotado e preconizava uma mudança sem precedentes na organização do trabalho e que trouxe para o trabalhador consequências. Neste sentido, marque a alternativa correta.
Visualizar Questão Comentada
Na perspectiva marxista, o trabalho se institui da interação entre o indivíduo e a natureza, que preconiza uma relação dialética: a tese sendo a matéria/natureza, a antítese sendo o trabalho e a síntese é a sociedade. Desse modo, o trabalho opera como uma negação da natureza. Diante disto, é possível afirmar que:
Leia o seguinte trecho de Karl Marx:
“primeiramente, ser o trabalho externo ao trabalhador, não fazer parte de sua natureza, e, por conseguinte, ele não se realizar em seu trabalho, mas negar a si mesmo, ter um sentimento de sofrimento em vez de bem-estar, não desenvolver livremente suas energias mentais e físicas, mas ficar fisicamente exausto e mentalmente deprimido.” (MARX,2015, p.82).
Essa realidade de trabalho, para Marx, conduz inevitavelmente ao que ele denominou de