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Recém-nascido de termo, adequado para idade gestacional, peso do nascimento 3.350 g, desenvolve icterícia com 15 horas de vida. Exames colhidos mostram BI de 14,8 mg/dL. Apesar da fototerapia (luz LED), com 36 horas de vida, evoluiu para níveis de bilirrubina indicativos de exsanguineotransfusão, a qual foi realizada sem intercorrências. Os exames prévios à EXT revelaram tipagem materna O Rh negativo e do RN B positivo, com Coombs indireto negativo e coombs direto positivo, eluato anti-B = 1/16, reticulócitos de 9% e microesferócitos no sangue periférico.

É correto afirmar com certeza que a causa dessa icterícia neonatal é
RN com 18 horas de vida, sexo feminino, apresenta icterícia Zona III de Kramer. Mãe secundigesta.

Pré-natal parto normal sem intercorrências. Mãe O+, Coombs indireto negativo, VDRL negativo e HIV negativo. RN pesou ao nascimento: 3.000 g, tipagem sanguínea O positivo, coombs direto positivo.

Diante do quadro clínico e laboratorial, os seguintes exames tornam-se necessários para o diagnóstico e conduta:
Considerando o Teste do Coraçãozinho atualizado pela Sociedade Brasileira de Pediatria em 2022, assinale a alternativa correta. 
A icterícia é o sinal clínico mais frequente no período neonatal. Dentre as seguir, qual alternativa representa causas de icterícia neonatal tardia por aumento de bilirrubinemia indireta?
Recém-nascido de parto normal, sexo masculino, a termo, pequeno para a idade gestacional, mãe primigesta, pré-natal sem intercorrências. No alojamento conjunto, apresentava globo ocular de tamanho aumentado bilateralmente, córnea opaca em olho D. Feito teste do olhinho (Reflexo Vermelho) que se apresentou negativo em ambos os olhos.

Diante do caso, a principal hipótese diagnóstica e a conduta a ser tomada pelo neonatologista são: