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São considerados risco infeccioso materno para sepse neonatal precoce por estreptococos do grupo B:
A conjuntivite neonatal ou oftalmia neonatal é definida como uma conjuntivite purulenta do recém-nascido (RN), nas primeiras quatro semanas de vida (28 dias), usualmente adquirida durante o seu nascimento, a partir do contato com secreções genitais maternas contaminadas.

Com base nesse contexto, o Departamento Científico de Neonatologia da SBP enfatiza a necessidade do método de Credé (DOC CIENTÍFICO SBP, 2020) para profilaxia da conjuntivite neonatal, utilizando colírio de 
Recém-nascido de termo, adequado para idade gestacional, peso do nascimento 3.350 g, desenvolve icterícia com 15 horas de vida. Exames colhidos mostram BI de 14,8 mg/dL. Apesar da fototerapia (luz LED), com 36 horas de vida, evoluiu para níveis de bilirrubina indicativos de exsanguineotransfusão, a qual foi realizada sem intercorrências. Os exames prévios à EXT revelaram tipagem materna O Rh negativo e do RN B positivo, com Coombs indireto negativo e coombs direto positivo, eluato anti-B = 1/16, reticulócitos de 9% e microesferócitos no sangue periférico.

É correto afirmar com certeza que a causa dessa icterícia neonatal é
RN com 18 horas de vida, sexo feminino, apresenta icterícia Zona III de Kramer. Mãe secundigesta.

Pré-natal parto normal sem intercorrências. Mãe O+, Coombs indireto negativo, VDRL negativo e HIV negativo. RN pesou ao nascimento: 3.000 g, tipagem sanguínea O positivo, coombs direto positivo.

Diante do quadro clínico e laboratorial, os seguintes exames tornam-se necessários para o diagnóstico e conduta:
Considerando o Teste do Coraçãozinho atualizado pela Sociedade Brasileira de Pediatria em 2022, assinale a alternativa correta.