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Paciente de 74 anos de idade, sexo feminino, durante exames de check up tem identificada lesão pancreática. A paciente não tem histórico pessoal ou familiar de câncer. CA19-9: 64 U/mL, demais exames dentro da normalidade. Após biópsia que confirma o diagnóstico de adenocarcinoma de pâncreas, é avaliada pela equipe cirúrgica, que considera a lesão localizada e ressecável. O teste genético não encontra mutações patogênicas ou potencialmente patogênicas. A paciente é submetida à cirurgia, a ressecção é completa, não tem comprometimento linfonodal e as margens estão livres. Exames recentes não mostram recorrência da doença e CA19-9 = 32 U/mL. Sua recuperação clínica é bastante satisfatória, a paciente está na 10ª semana do pós-operatório e vem para avaliação com oncologistas.



Nesse caso, a melhor conduta é 

Paciente de 58 anos de idade, sexo feminino, sem histórico pessoal ou familiar de câncer. Realiza colonoscopia por desconforto abdominal, dificuldade para evacuação e presença esporádica de sangue nas fezes. Foi evidenciada lesão não obstrutiva em cólon descendente. Exame anatomopatológico revela tratar-se de adenocarcinoma G3. Imuno-histoquímica: MLH1 positivo, MSH2 positivo, MSH6 positivo e PMS2 positivo. KRAS, NRAS e BRAF selvagens. CEA: 42. Tomografia computadorizada (TC) de tórax sem sinais de acometimento secundário. TC de abdômen com sinais de carcinomatose peritoneal e duas lesões hepáticas compatíveis com acometimento secundário.



Nesse caso, a melhor conduta é

Paciente de 69 anos de idade, ECOG 0, sexo masculino, com hipertensão arterial controlada com dieta, sem outras comorbidades, apresenta-se com o diagnóstico de adenocarcinoma gástrico, estádio T1b N0 M0.



Nesse caso, a conduta mais apropriada é

Paciente de 34 anos de idade, com diagnóstico recente de sarcoma metastático, refere dor no local da lesão primária, graduada em 6 pela escala visual analógica. Não faz uso de qualquer analgésico. A dor é contínua, piora com o movimento, não apresenta irradiação ou parestesias.



Nesse caso,

Paciente de 67 anos de idade, em tratamento para câncer de mama recorrente, metastático, iniciará quimioterapia com sacituzumabe govitecana.



Entre as alternativas a seguir, assinale a que apresenta o tratamento antiemético mais apropriado no D1 nesse caso.