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Paciente de 43 anos de idade, sexo feminino, não tabagista, em hormonioterapia adjuvante para carcinoma ductal in situ de mama esquerda com tamoxifeno. Em tomografia computadorizada de rotina, é identificado nódulo suspeito, de 1,2 cm, em terço médio de pulmão esquerdo. Não apresenta adenomegalia mediastinal. A biópsia do nódulo revela tratar-se de um adenocarcinoma. A paciente vai para cirurgia, com ressecção segmentar e linfonodos mediastinais, cujo exame anatomopatológico é compatível com adenocarcinoma lepídico de 0,9 cm, com margens negativas, e linfonodos negativos (0/4). Exames de imagem sem evidência de metástases.

Nesse caso, a melhor conduta é

Paciente assintomática realiza endoscopia digestiva alta e tem como achado lesão cujo resultado de exame anatomopatológico é compatível com tumor neuroendócrino gástrico, G1, Ki67= 1%. Ela apresenta gastrina sérica dentro da normalidade. Exames de estadiamento não mostram doença metastática nem comprometimento linfonodal.



Nesse caso, a melhor conduta é

Em pacientes com melanoma cutâneo, ressecado, BRAF mutado, estádio III, sem tratamento sistêmico anterior à cirurgia, a conduta mais adequada é
Em tumores de sistema nervoso central, a metilação do promotor de MGMT

Paciente do sexo masculino, de 32 anos de idade, procura atendimento médico por aumento de volume em testículo esquerdo, indolor, há 3 meses. Exames de imagem mostram massa em testículo esquerdo, de 7 cm no maior diâmetro, além de linfonodomegalias retroperitoneais de até 5 cm no menor diâmetro. Tomografia computadorizada de tórax apresenta conglomerado linfonodal mediastinal de 10 cm no maior diâmetro. Exames de laboratório apresentam hemoglobina: 11 g/dL, leucócitos: 8.800/mm3 com diferencial normal, plaquetas: 164.000/mm3 , C: 0,9, TGO: 34 U/L, bilirrubinas totais: 1,2 mg/dL; DHL: 2.400 U/L; alfafetoproteína: 34 ng/mL, bHCG: 120 UI/mL.



Nesse caso, a hipótese diagnóstica mais provável é