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Leia o caso a seguir.
Um usuário do Sistema Único de Saúde (SUS) impetra uma ação judicial solicitando o fornecimento de um medicamento para tratamento de condição crônica. Diante da ordem judicial, surge divergência entre os entes federativos quanto à responsabilidade pelo fornecimento, uma vez que o medicamento não é padronizado localmente e o paciente reside em município de pequeno porte. Para orientar o cumprimento da decisão, o gestor farmacêutico utiliza o Decreto nº 7.508/2011, que regulamenta a organização do SUS e a articulação interfederativa.
À luz desse decreto e da organização da Assistência Farmacêutica, a definição da responsabilidade pelo fornecimento do medicamento deve considerar a
Um usuário do Sistema Único de Saúde (SUS) impetra uma ação judicial solicitando o fornecimento de um medicamento para tratamento de condição crônica. Diante da ordem judicial, surge divergência entre os entes federativos quanto à responsabilidade pelo fornecimento, uma vez que o medicamento não é padronizado localmente e o paciente reside em município de pequeno porte. Para orientar o cumprimento da decisão, o gestor farmacêutico utiliza o Decreto nº 7.508/2011, que regulamenta a organização do SUS e a articulação interfederativa.
À luz desse decreto e da organização da Assistência Farmacêutica, a definição da responsabilidade pelo fornecimento do medicamento deve considerar a
A manipulação de quimioterápicos antineoplásicos em serviços hospitalares envolve exposição ocupacional a substâncias com potencial carcinogênico, mutagênico e teratogênico, exigindo organização específica do processo de trabalho. Em um hospital público de alta complexidade, a farmácia revisa sua estrutura física e seus fluxos operacionais para adequar-se às boas práticas de biossegurança aplicáveis a esse tipo de risco. Nesse contexto, a organização do processo de manipulação deve contemplar
Leia o caso a seguir.
Em um hospital universitário, a comissão de farmácia e terapêutica analisa dados secundários de prontuários e sistemas de informação para investigar aumento inesperado de eventos adversos associados ao uso de um determinado medicamento amplamente prescrito. O objetivo da análise é descrever padrões de uso, identificar possíveis fatores associados aos eventos e subsidiar intervenções no processo assistencial.
Considerando os fundamentos da farmacoepidemiologia, a abordagem adotada caracteriza-se por
Em um hospital universitário, a comissão de farmácia e terapêutica analisa dados secundários de prontuários e sistemas de informação para investigar aumento inesperado de eventos adversos associados ao uso de um determinado medicamento amplamente prescrito. O objetivo da análise é descrever padrões de uso, identificar possíveis fatores associados aos eventos e subsidiar intervenções no processo assistencial.
Considerando os fundamentos da farmacoepidemiologia, a abordagem adotada caracteriza-se por
Na farmacologia das terapias-alvo antineoplásicas, o efeito antitumoral decorre da interferência em vias moleculares específicas envolvidas na proliferação, sobrevivência e progressão tumoral, diferindo dos mecanismos citotóxicos inespecíficos da quimioterapia clássica. Considerando esse princípio, o mecanismo de ação compatível com essa classe terapêutica é aquele descrito em
Na quimioterapia antineoplásica clássica, os fármacos diferenciam-se quanto ao alvo molecular, à especificidade em relação ao ciclo celular e às consequências farmacodinâmicas sobre células tumorais e normais. Considerando exclusivamente os mecanismos de ação, a caracterização correta de uma classe de antineoplásicos clássicos corresponde àquela descrita em