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O diagnóstico das verminoses gastrointestinais e de outras parasitoses que eliminam estágios evolutivos nas fezes depende da seleção da técnica coproparasitológica adequada. Em casos de suspeita de infecção por helmintos, cujas larvas, e não os ovos, são eliminadas, as técnicas de flutuação padrão são ineficazes. Para a detecção de larvas de primeiro estágio (L1) de Angiostrongylus vasorum nas fezes de um cão com tosse e coagulopatia, a técnica diagnóstica de escolha, baseada no hidrotropismo e termotropismo positivo das larvas, é a de:
As técnicas de biologia molecular revolucionaram o diagnóstico de doenças infecciosas na medicina veterinária por sua alta sensibilidade e especificidade. A Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) e suas variações são as ferramentas mais utilizadas para a detecção de material genético de patógenos. A principal vantagem da técnica de PCR em tempo real (qPCR) em comparação à PCR convencional, no monitoramento de um paciente infectado, é a capacidade de:
A avaliação laboratorial do fígado em cães envolve a mensuração de enzimas de lesão e de colestase. No entanto, para avaliar a capacidade funcional do órgão, testes específicos são necessários. O teste de estimulação por ácidos biliares, um dos mais sensíveis para detectar disfunções como desvios portossistêmicos, é realizado corretamente por meio da coleta de duas amostras de sangue, sendo uma em jejum e a outra:
A interpretação do leucograma em cães vai além da simples contagem total de leucócitos, envolvendo a análise de cada tipo celular e o reconhecimento de padrões específicos. Um padrão comum é o leucograma de estresse, induzido pela liberação endógena ou administração exógena de glicocorticoides. O padrão leucocitário clássico que caracteriza essa resposta em um cão é a combinação de:
A classificação das anemias em regenerativas ou arregenerativas é um passo fundamental na investigação de suas causas, pois indica se a medula óssea está respondendo adequadamente à diminuição da massa eritrocitária. O principal e mais objetivo parâmetro laboratorial utilizado para confirmar uma resposta medular regenerativa em cães é a: