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Adolescente masculino,16 anos, estudante do segundo ano do ensino médio, é trazido para avaliação psiquiátrica após episódio de agressão física contra colega na escola. O evento ocorreu durante intervalo das aulas, quando ambos haviam consumido bebida alcoólica. A coordenação escolar relata histórico de comportamento desafiador, queda recente no desempenho acadêmico e suspeitas de uso frequente de álcool. Na entrevista inicial, mostra-se defensivo, mas gradualmente estabelece rapport, admitindo consumo regular de álcool nos finais de semana, com episódios de binge drinking. Nega outros problemas disciplinares graves, mas relata participação frequente em brigas quando intoxicado.
Considerando os aspectos desenvolvimentais, os fatores de risco e a necessidade de intervenção preventiva, a conduta inicial mais apropriada para esse paciente é
Paciente feminina,42 anos, apresenta quadro depressivo com resistência a três ensaios terapêuticos adequados com antidepressivos de diferentes classes farmacológicas (venlafaxina 225mg/dia por 12 semanas; escitalopram 20mg/dia por 16 semanas; imipramina 250mg/dia por 12 semanas). Montgomery-Åsberg Depression Rating Scale (MADRS) = 35/60. Maudsley Staging Method for Treatment Resistant Depression indica resistência moderada-grave.
Considerando os mecanismos neurobiológicos da depressão resistente e as evidências meta-analíticas contemporâneas sobre intervenções terapêuticas, a abordagem mais adequada para essa paciente é
Paciente masculino,28 anos, doutorando em engenharia, busca atendimento por procrastinação grave com risco de desligamento do programa de Pós-Graduação. Menciona passar 6-8 horas diárias, alternando entre sites de apostas esportivas, conteúdo pornográfico e compras online, especialmente durante madrugadas. Acumulou dívidas significativas, prejudicou relacionamento estável e não consegue avançar na tese há 8 meses. Tentativas de controle são seguidas por períodos de intensificação do comportamento. Apresenta humor preservado, ausência de sintomas psicóticos e adequada capacidade intelectual.
Considerando a complexidade do quadro apresentado e a necessidade de intervenções em múltiplos níveis, a abordagem terapêutica inicial mais apropriada é
Em relação ao manejo da insônia crônica primária, é correto afirmar que
Paciente masculino,42 anos, professor universitário, apresenta quadro depressivo em remissão parcial após episódio grave. Mantém queixas significativas de disfunção executiva, documentadas em avaliação neuropsicológica: dificuldade no planejamento e organização de atividades, procrastinação frequente, prejuízo na gestão do tempo e falhas na implementação de rotinas saudáveis. Mantém capacidade intelectual preservada (WAIS-III: QI Total = 125), mas com comprometimento específico em testes de funções executivas (Wisconsin Card Sorting Test: percentil <10; Trail Making Test parte B: z-score -2.3). Demonstra insight e motivação para intervenções de reabilitação.
Considerando as evidências em reabilitação cognitiva e as estratégias de manejo de disfunção executiva, a abordagem terapêutica mais apropriada para esse paciente é