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Em consulta de puericultura de um pré-escolar de três anos, a mãe refere que seu filho tem estrabismo. O exame físico está normal, porém o pediatra sugere realizar um teste para dirimir a dúvida.


A técnica correta para a realização desse teste exige que a criança 

Pré-escolar, quatro anos, é trazida ao ambulatório de pediatria com história de dor abdominal recorrente e episódios de evacuação a cada 5 dias, com fezes volumosas e endurecidas. Os pais relatam que a criança demonstra medo de evacuar, frequentemente se encolhendo ou cruzando as pernas quando sente vontade; ao menos uma vez ao dia é percebido algum resíduo de fezes na roupa íntima. O início ocorreu após o desfralde, e desde então a criança evita ir ao banheiro. Ao exame físico, o abdome está distendido, com massa palpável em quadrante inferior esquerdo.


Nesse caso, a conduta imediata é

Lactente, 30 dias, é avaliado por apresentar ruído inspiratório intermitente desde os primeiros dias de vida, mais perceptível durante o choro e as mamadas. O som é mais agudo quando o bebê está agitado, deitado de barriga para cima, melhorando quando é colocado de bruços, estando presente até mesmo em repouso. Não há cianose ou pausas respiratórias, dificuldade alimentar ou disfagia.


Considerando a principal hipótese diagnóstica, o diagnóstico poderá ser confirmado por

Escolar, seis anos, é trazida ao ambulatório de pediatria com história de coceira intensa na região anal, à noite, causando sono agitado e irritabilidade. Ela não apresenta febre, dor abdominal ou alterações intestinais. Os responsáveis negam vermes visíveis nas fezes, mas relatam que a criança frequentemente leva as mãos à região perianal durante o sono. O irmão, que dorme na mesma cama várias noites na semana, há um dia vem apresentando os mesmos sintomas. Ao exame físico, foram observadas lesões cutâneas locais.


Considerando a principal hipótese diagnóstica, o habitat natural típico do agente etiológico causador do desconforto é a região do

Lactente, 18 meses, é levado à consulta devido a arqueamento das pernas, observado pelos pais desde que começou a andar. A criança apresenta crescimento e desenvolvimento adequados para a idade, sem histórico de trauma ou infecções, e sem dor. Ao exame físico, há deformidade bilateral simétrica em membros inferiores.


A seguinte orientação deve então ser dada aos responsáveis: