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Escolar, cinco anos, apresenta rigidez muscular em seu lado esquerdo, com dificuldade em controlar os movimentos das mãos e pés, dificuldade em andar (pé direito ligeiramente levantado) e algumas dificuldades de fala. Nasceu prematuro, com 32 semanas de gestação, com baixo peso ao nascer. Aos 6 meses, seus pais notaram atrasos no desenvolvimento motor, como dificuldade de sentar-se e rolar.


Sobre o tratamento da principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar que

Pré-escolar, quatro anos, feminino, apresenta história de dois dias de febre alta, ardência para urinar e aumento da frequência urinária. Exame de urina mostrou leucocitúria e urocultura confirma crescimento de mais de 100.000 UFC/mL de uma única espécie bacteriana. Foi terminado o tratamento com antibióticos e, no momento, o pré-escolar retornou ao ambulatório sem queixas e com exame físico normal.


A investigação diagnóstica por imagem deve ser iniciada por

Lactente, 10 meses de idade, é trazido ao pronto-socorro com história de convulsão na manhã do atendimento. A mãe relata história de febre há cerca de 2 dias (até 39 ?C), associada a irritabilidade e redução do apetite. Fora avaliado no dia anterior, recebendo diagnóstico de otite média aguda à direita e iniciando amoxicilina (está em uso há cerca de 24 horas) e antipiréticos.


A crise convulsiva desta manhã fora em vigência de febre (38,5 oC) de forma tônico-clônico generalizada, com cianose labial transitória durando cerca de 4 minutos. Não há história prévia de convulsões e mãe nega trauma. A gestação fora sem intercorrências, o desenvolvimento neuropsicomotor está adequado para a idade, sem doenças crônicas conhecidas. Vacinação: esquema vacinal incompleto – recebeu as vacinas do 2º e 4º mês de vida, porém não recebeu as doses previstas para 6 meses (incluindo Haemophilus influenzae tipo b e pneumococo).


Não há história familiar de epilepsia, embora o pai relate ter tido convulsões febris na infância. Ao exame a criança está com o estado geral regular, chorosa e irritada alternando com sonolência leve responsiva a estímulos. Temperatura: 38,3 ?C; FC: 150 bpm; FR: 34 irpm; SpO?: 97% em ar ambiente. À exceção da membrana timpânica direita hiperemiada e abaulada, com nível hidroaéreo visível, compatível com otite média purulenta, não há outras alterações semiológicas incluindo o exame neurológico que é compatível com a idade.


Você realiza exames laboratoriais iniciais cujos resultados são: hemograma: Hb 11,5 g/dL; leucócitos 15.800/mm³ (neutrófilos 72%, bastões 5%, linfócitos 20%, monócitos 3%); plaquetas 320.000/mm³ – leucocitose com neutrofilia e discreto desvio à esquerda. Proteína C-reativa (PCR): 8,5 mg/dL (VN < 1,0); Glicemia à admissão: 92 mg/dL. O EAS (urina tipo 1), o Raio X de tórax, os eletrólitos séricos e escórias renais são normais.


A conduta mais adequada neste momento, entre as listadas, é

Recém-nascida do sexo feminino, nascida de parto vaginal com 38 semanas de gestação, apresenta peso ao nascer de 2.200 g. A mãe tem 37 anos e realizou pré-natal com ultrassonografia morfológica alterada, mas não fez cariótipo fetal.


Ao exame físico, nota-se presença de microcefalia, fenda labial bilateral, polidactilia pós-axial em ambas as mãos, hipotonia generalizada e sopro cardíaco holossistólico audível em borda esternal esquerda. A ultrassonografia transfontanela revelou holoprosencefalia, e o ecocardiograma evidenciou comunicação interventricular ampla.


Assinale a opção que apresenta a principal hipótese diagnóstica e a conduta inicial mais adequada para esse caso.

Lactente de 11 meses, previamente hígido, está com vacinação atualizada e irá viajar para área de risco de febre amarela. A mãe deseja saber se ele pode ser vacinado.


A recomendação atual, segundo o PNI e a SBP, é