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Mulher de 68 anos comparece ao consultório por prurido vulvar crônico, de longa data, associado à ardência e sensação de queimação. Refere falha terapêutica com antifúngicos tópicos.
Ao exame físico, observa-se lesão única em grande lábio direito, de bordas irregulares, superfície eritematosa com áreas esbranquiçadas, descamativas e discretamente infiltradas, medindo cerca de 2,5 cm, sem ulceração. Realizada biópsia com diagnóstico histopatológico de lesão intraepitelial escamosa de alto grau (HSIL), sem sinais de invasão. A colpocitologia e a colposcopia foram normais.

A conduta inicial mais adequada para essa paciente é
Paciente de 26 anos, nuligesta, comparece para investigação de infertilidade primária. Relata ciclos regulares, sem dismenorreia significativa. Nega comorbidades. Exame físico sem alterações. A histerossalpingografia revelou cavidade endometrial com contornos regulares, mas com falha de enchimento linear no terço superior, trompas visualizadas com Cotté positivo. Solicitada ressonância magnética pélvica, que evidenciou útero único com reentrância endometrial medindo 18 mm e ângulo de 60o e sem duplicidade de colo ou vagina.

Asinale a opção que apresenta a malformação uterina mais provável e a conduta adequada.
Mulher de 29 anos, G0P0, procura atendimento por dor crônica na região vulvar com início há cerca de 6 meses. Relata sensação de ardência e queimação na entrada vaginal, piorando com uso de roupas justas, longos períodos sentada e durante o contato sexual. Nega corrimentos, infecções prévias recentes ou uso de medicamentos locais. Já utilizou antifúngicos e antibióticos sem melhora.
Ao exame físico, não há lesões aparentes em vulva ou vagina, mas há dor referida à pressão leve com cotonete no vestíbulo vulvar posterior. Os exames laboratoriais e culturas estão normais. Refere impacto significativo em sua vida sexual e emocional.

Nesse caso, a conduta inicial mais adequada é 
Mulher de 42 anos, G2P2, comparece ao consultório com queixa de sangramento uterino aumentado e dor pélvica cíclica progressiva nos últimos 10 meses. Refere prejuízo na qualidade de vida, mas nega desejo gestacional atual. Ao exame ginecológico, útero globoso e sensível à palpação.
Ultrassonografia transvaginal evidenciou útero aumentado, com zona juncional espessada, contornos irregulares da junção endométrio-miométrio, presença de cistos miometriais anecóicos medindo até 6 mm e padrão de heterogeneidade difusa do miométrio posterior.

Considerando o quadro clínico e os achados de imagem, a conduta inicial mais adequada é 
Mulher de 34 anos, G3P3, relata menstruações intensas e prolongadas há mais de 1 ano, com uso de mais de 10 absorventes ao dia durante o fluxo. Queixa-se de fadiga, palpitações e queda de cabelo. Ao exame físico: palidez cutaneomucosa, PA: 110/70 mmHg, FC: 92 bpm. Hemoglobina: 9,8 g/dL; ferritina: 8 ng/mL. Ultrassonografia transvaginal sem alterações uterinas estruturais.

A conduta inicial mais adequada para essa paciente é