Filtrar


Questões por página:
Mulher de 39 anos, G3P3, procura atendimento por amenorreia secundária há 3 anos e fadiga progressiva. Relata que, após o último parto, apresentou hemorragia puerperal grave com necessidade de transfusão sanguínea. Desde então, não voltou a menstruar, não apresentou lactação e vem notando ressecamento vaginal e queda de cabelos. Ao exame: PA 94/62 mmHg, FC 96 bpm, pele seca, genitália externa atrófica, mamas hipotróficas. IMC: 23 kg/m².
Exames laboratoriais:

• TSH: 0,1 µUI/mL;
• T4 livre: 0,4 ng/dL;
• FSH: 2,1 mUI/mL;
• LH: 1,9 mUI/mL;
• Cortisol matinal: 4,1 µg/dL;
• Prolactina: 2,1 ng/mL.

O diagnóstico mais provável frente ao quadro clínico e laboratorial é
Paciente de 67 anos, G3P3, apresenta sangramento uterino anormal na pós-menopausa. A biópsia endometrial revelou adenocarcinoma endometrioide grau 2. Realizada histerectomia total com salpingo-ooforectomia bilateral e linfadenectomia pélvica. O anatomopatológico demonstrou tumor infiltrando mais de 50% do miométrio, sem acometimento cervical, trompas, ovários ou linfonodos. Ausência de invasão linfovascular.

Com base nos achados clínico-patológicos, o estadiamento FIGO de 2023 mais adequado para esse caso é 
Adolescente de 17 anos, nuligesta, comparece à consulta por ausência de menarca. Relata desenvolvimento mamário iniciado aos 12 anos (M2), mas sem progressão.
Ao exame físico: mamas em M3, presença de pelos púbicos e axilares em P4, genitália normal. IMC: 21 kg/m². Exames laboratoriais: FSH 48 mUI/mL, LH 32 mUI/mL, estradiol 12 pg/mL. Cariótipo: 46,XX.

Nesse caso, a hipótese diagnóstica mais provável é
Paciente de 24 anos, G0P0, previamente hígida, procura atendimento com dor pélvica em baixo ventre há 5 dias, de intensidade progressiva, associada a corrimento vaginal purulento e febre não aferida. Refere também dispareunia e disúria.
Ao exame físico: dor à palpação hipogástrica e à mobilização uterina, toque vaginal com dor à palpação de anexos. Sinais vitais: temperatura axilar de 38,3 oC, frequência cardíaca de 114 bpm e pressão arterial de 90/60 mmHg. Laboratório com leucocitose e PCR elevada. Ultrassonografia transvaginal evidencia imagem cística complexa em anexo direito, com conteúdo espesso e septações finas, medindo 5,5 cm.

A conduta inicial mais adequada é
Mulher de 26 anos, nuligesta, sexualmente ativa, comparece para exame ginecológico de rotina. Refere ciclos menstruais regulares, sem queixas geniturinárias.
Ao exame especular, observa-se pequena lesão esbranquiçada, translúcida, elevada, medindo cerca de 4 mm, em região do colo uterino, sem sinais de inflamação, sangramento ou lesões acetobrancas. Colpocitologia e teste de HPV realizados há 8 meses foram normais.

A conduta mais apropriada diante desse achado é