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Paciente 25 anos, secundigesta e primípara, com acompanhamento pré-natal de baixo risco bem realizado e sem intercorrências. Vem para acompanhamento pré-natal na 33ª semana de gravidez, quando é percebida uma AFU de 28 cm. Foi submetida a uma ultrassonografia que evidenciou uma circunferência abdominal no percentil 8 para idade gestacional, o índice de pulsatilidade da artéria cerebral média fetal no percentil 10, da artéria umbilical no percentil 50 e da média das artérias uterinas no percentil 50. Observando as ultrassonografias anteriores, tanto o peso fetal estimado quanto a circunferência abdominal vêm com os percentis variando entre 5 e 10.

Qual a hipótese diagnóstica e a conduta provavelmente CORRETAS?

Paciente 21 anos, primigesta, na 30ª semana de gravidez e assintomática. Veio à emergência trazendo uma ultrassonografia referindo um achado ultrassonográfico de partículas ou material ecogênico (denso) suspenso no líquido amniótico, próximo ao orifício interno do colo do útero e mensuração do colo uterino de 3,0 cm. Ela foi encaminhada pelo ultrassonografista, pois deveria procurar uma emergência.


Baseando-se nas recomendações atuais, assinale a alternativa CORRETA.

Analise a imagem abaixo e assinale a alternativa CORRETA:

Imagem associada para resolução da questão

Paciente 22 anos, tercigesta, secundípara,33ª semana de gravidez e chegou à emergência obstétrica referindo náusea e vômitos. No cartão de pré-natal, observa-se: tipagem sanguínea A negativo; Coombs indireto negativo. Nunca fez imunoglobulina anti-D nas gestações anteriores.


Após o nascimento, para prevenção do recém-nascido em uma próxima gestação, qual a melhor conduta CORRETA?

Paciente 20 anos, tercigesta, secundípara,35ª semana de gravidez e chegou na emergência obstétrica referindo dor em baixo ventre e perda de líquido amniótico. Nega outras queixas. No cartão de pré-natal, observa-se: tipagem sanguínea A negativo; Coombs indireto positivo e glicemia jejum de 91 mg% (todos realizados no 1º trimestre de gravidez). O teste de tolerância oral a glicose a 75 g foi realizada na 26ª semana com resultado: jejum de 91 mg%, com 1h de 171 mg% e com 2h de 149 mg%. Ao exame obstétrico: dinâmica uterina ausente; altura de fundo uterino de 32cm; pressão arterial de 100 x 60 mmHg; toque vaginal, com colo fechado, longo e posterior e feto alto e móvel, bolsa das águas rotas com saída de líquido claro. A ultrassonografia realizada no momento do atendimento revelou: percentil de peso para idade gestacional 89; dopplervelocimetria com índice de pulsatilidade na artéria umbilical de 1,20 e na artéria cerebral média fetal de 2,10; pico sistólico da artéria cerebral média (ACM) fetal menor de 1,5 MoM para a idade gestacional; e maior bolsão (MB) de 9,8cm.

Nesta paciente, o que MELHOR pode representar uma consequência do valor do MB do líquido amniótico?