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Conforme descrito por Beck (2013), o pensamento disfuncional é um elemento central que influencia o humor e o comportamento dos pacientes em diversos transtornos psicológicos. A melhora do estado emocional e comportamental ocorre quando os indivíduos aprendem a avaliar seus pensamentos de forma mais realista e adaptativa. Essa perspectiva é proposta pelo modelo:
Garcia-Roza (2008, pp.75-76), ao abordar a obra freudiana, reflete sobre o luto e a melancolia, destacando:

“Na melancolia o processo é em tudo semelhante ao do luto. Há também uma perda de objeto (embora não necessariamente por morte) e uma diminuição do interesse pelo mundo, acompanhadas de incapacidade para estabelecer nova relação amorosa. A característica distintiva está na auto-recriminação, no auto-envilecimento acompanhado de expectativa de punição exagerada. [...] Uma outra diferença notável entre a perda objetal que caracteriza o luto e a que caracteriza a melancolia é que, enquanto no luto é o mundo que se torna pobre e vazio, na melancolia é o próprio eu.”

Nesse sentido, tanto no luto quanto na melancolia, há uma perda do objeto, mas, na melancolia, essa perda em relação ao objeto perdido resulta no processo psíquico inconsciente denominado:
A Gestalt-terapia, como outros modelos clínicos humanistas, tem como foco a experiência consciente, o que se constitui numa valorização do momento presente, do aqui-e-agora existencial, ou seja, centraliza-se na:
Segundo Bock, Furtado e Teixeira (2008), um valor ou regra social, com status de verdade, que serve como guia básico para comportamentos e padrões éticos, é amplamente reproduzido nas relações sociais, mas raramente é percebido de forma visível. Esse conceito, que se manifesta de maneira invisível em diferentes tipos de organizações sociais, é referido como:
Lane (1984) analisa como os fatos sociais e históricos são frequentemente interpretados como se fossem naturais, resultando na reificação da consciência e na perda da capacidade crítica. Esse fenômeno, que impede o sujeito de compreender sua própria posição no contexto social e histórico, é ontologicamente conceituado como: