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Paciente do sexo masculino, 72 anos, foi submetido a colectomia segmentar por adenocarcinoma de cólon diagnosticado em colonoscopia de rastreamento.
O exame anatomopatológico mostrou tumor restrito à submucosa (T1), sem comprometimento linfonodal (0 de 18 linfonodos ressecados) e sem evidências de metástase à distância.
A conduta mais adequada após o procedimento cirúrgico é
Paciente do sexo masculino, 62 anos, etilista de longa data, apresenta dor epigástrica recorrente, perda de peso e esteatorreia há 6 meses. Tomografia de abdome mostra calcificações pancreáticas difusas. É solicitado teste de elastase fecal, cujo resultado é 75 mcg/g (valor de referência: > 200 mcg/g).
A interpretação mais adequada e a conduta inicial para o caso são:
Paciente do sexo masculino de 52 anos, hipertenso e diabético tipo 2, procura ambulatório de gastroenterologia para avaliação de elevação discreta de ALT e AST detectada em exame de rotina. Ele nega consumo relevante de álcool, medicamentos hepatotóxicos ou história de hepatite viral. Apresenta IMC 31 kg/m2 , circunferência abdominal 105 cm, sem icterícia ou hepatomegalia palpável. Ultrassonografia abdominal demonstra fígado hiperecogênico difusamente, compatível com esteatose.
A melhor conduta para avaliar o estágio de fibrose hepática nesse paciente é 
Paciente do sexo feminino, 38 anos, previamente saudável, apresenta astenia, icterícia e elevação persistente de transaminases há 6 meses. Sorologias virais para hepatite A, B e C são negativas. Dosagem de autoanticorpos revela ANA positivo 1:320, anti-SMA positivo e IgG sérica elevada.
Foi iniciada Prednisona 40 mg/dia com resposta parcial: as transaminases reduziram, mas permanecem 2 a 3 vezes acima do normal após 12 semanas de tratamento. O exame histopatológico prévio de biópsia hepática confirma hepatite autoimune tipo 1.
A conduta mais adequada neste momento é
Paciente do sexo masculino, 56 anos, natural do interior da Bahia, portador de hepatite B crônica desde a juventude, é acompanhado no ambulatório de hepatologia. Há 4 anos foi diagnosticado com cirrose hepática compensada (Child-Pugh A, MELD 9). No momento, o paciente está assintomático, em uso de tenofovir, sem sinais de descompensação. Nega alcoolismo. Exames recentes mostram uma alfafetoproteína de 8 ng/mL e ultrassonografia de abdome sem lesões focais.
Considerando o risco para o desenvolvimento de carcinoma hepatocelular (CHC), a conduta adequada para rastreamento desse paciente é