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Em um programa de reabilitação para pacientes com dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis é adequada a seguinte prescrição:

As principais aplicabilidades da espirometria consistem em: diagnóstico funcional; papel prognóstico; avaliação pré-operatória de ressecção pulmonar; e, mesmo de cirurgias abdominais, além de classificação da gravidade funcional para diversas doenças respiratórias. Considerando o exposto, analise as afirmativas a seguir.


I. O estreitamento das grandes/pequenas vias aéreas resulta em uma maior redução do VEF1 em relação à CVF, resultando em uma relação VEF1 / CVF reduzida (abaixo do Limite Inferior da Normalidade – LIN) ou redução no VEF1 / CVL – característico de distúrbios ventilatórios mistos.


II. Nos processos de causa extrapulmonar, não há aumento dos fluxos expiratórios intermediários. Entretanto, o contexto clínico associado é extremamente importante para a confirmação diagnóstica em pacientes com Distúrbios Ventilatórios Restritivos (DVR).


III. O PFE é utilizado como ferramenta monitora de asmáticos que, usualmente, mostram variação diurna acima de 15%. O diagnóstico pode ainda ser confirmado ao se observar uma melhora de 60 L/min ou 20% após o uso do broncodilatador.


IV. O Distúrbio Ventilatório Restritivo (DVR) é definido como a redução da capacidade pulmonar total e a manutenção da relação VEF1 / CVF normal ou aumentada. A espirometria pode sugerir DVR, quando ocorre redução significativa da Capacidade Vital (CV) associada à relação VEF1 / CVF normal ou aumentada.


V. O comportamento dos fluxos expiratórios na espirometria forçada pode sugerir a etiologia de um Distúrbio Ventilatório Obstrutivo (DVO). Redução da CV abaixo do limite inferior de normalidade se correlaciona em somente em 50% dos casos com CPT reduzida. Portanto, não se deve taxar um distúrbio como sendo obstrutivo somente pela redução da capacidade vital.


Está correto o que se afirma apenas em

O exercício “sentar-levantar”, adotado em programas de reabilitação cardiorrespiratória, é eficaz como treinamento para minimizar a perda do reflexo barorreceptor em idosos, pois:
Na avaliação da marcha na fase de apoio no plano sagital, podem ocorrer desvios do tronco. Relacione os desvios constantes na 1ª coluna de acordo com as possíveis causas constantes na 2ª coluna, de cima para baixo e, em seguida, marque a alternativa que contém a sequência de respostas CORRETA.
1. Inclinação lateral do tronco. 2. Inclinação posterior do tronco. 3. Inclinação anterior do tronco que resulta em flexão de quadril. 4. Flexão anterior da parte superior do tronco.
( ) Fraqueza ou paralisia do glúteo máximo na perna de apoio ou pelve rotacionada anteriormente. ( ) Fraqueza ou paralisia do glúteo médio na perna de apoio ou quadril doloroso. ( ) Fraqueza do quadríceps ou contraturas em flexão do quadril e joelho. ( ) Pelve rotacionada posteriormente.
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Na avaliação fisioterapêutica, os testes musculares são úteis na identificação de padrões de inervação comprometidos. Relacione os níveis das raízes correspondentes constantes na 1ª coluna de acordo com miótomos a serem testados constantes na 2ª coluna, e, em seguida, marque a alternativa que contém a sequência de respostas CORRETA, na ordem de cima para baixo.


1. Nível C5, C6..

2. Nível L3, L4.

3. Nível T1.

4. Nível L5.


( ) Extensão do hálux e dorsiflexão do tornozelo.

( ) Flexão do cotovelo.

( ) Abdução e adução dos dedos.

( ) Extensão do joelho.

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