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Concurso:
Prefeitura de Santa Amélia - PR
Disciplina:
Fisioterapia
A pelve e o assoalho pélvico, em conjunto com seus
ligamentos e fáscias, formam uma estrutura estável
que fornece sustentação e proteção aos órgãos
pélvicos e conecta os membros inferiores ao esqueleto
axial, transmitindo o peso da porção superior do
corpo aos membros inferiores. Pelas suas
características morfológicas, biomecânicas e pela
constituição dos seus tecidos conectivos, já que é na
pelve que estão alguns dos ligamentos mais fortes do
corpo, se fosse para definir a pelve em uma palavra,
essa seria estabilidade. Estabilidade na marcha,
estabilidade em repouso, estabilidade para as
vísceras e estabilidade para o feto se desenvolver
durante a gestação. Sendo assim, relacione
corretamente os ligamentos que a pelve possui
indicados a seguir com a sua descrição
correspondente e assinale a alternativa com a
sequência correta.
1. Ligamentos iliolombares. 2. Ligamentos sacroilíacos anteriores. 3. Ligamentos sacroilíacos posteriores. 4. Ligamentos sacrotuberoso e sacroespinhoso. 5. Ligamentos púbicos anterior, inferior, superior e posterior. 6. Ligamento inguinal.
A. Limitam a anteversão pélvica. Ambos se originam no sacro, um se insere na tuberosidade isquiática e o outro se insere na espinha isquiática.
B. Articulam os ossos púbicos formando a sínfise púbica, juntamente com o disco de fibrocartilagem interpúbico.
C. Limitam a inclinação lateral do tronco, conectam a quinta vértebra lombar à crista ilíaca.
D. Ponto de inserções musculares, conecta espinhas ilíacas anterossuperiores ao tubérculo púbico.
E. Limitam a anteversão pélvica ou nutação, conectam o sacro à superfície anterior do ílio.
F. Limitam a retroversão pélvica ou contranutação, dividem-se em posterior curto (do ílio posterior à parte inferior do sacro), posterior longo (da espinha ilíaca posterossuperior à terceira e quarta vértebras sacrais) e interósseo (conectam aspectos posteriores das articulações sacroilíacas).
1. Ligamentos iliolombares. 2. Ligamentos sacroilíacos anteriores. 3. Ligamentos sacroilíacos posteriores. 4. Ligamentos sacrotuberoso e sacroespinhoso. 5. Ligamentos púbicos anterior, inferior, superior e posterior. 6. Ligamento inguinal.
A. Limitam a anteversão pélvica. Ambos se originam no sacro, um se insere na tuberosidade isquiática e o outro se insere na espinha isquiática.
B. Articulam os ossos púbicos formando a sínfise púbica, juntamente com o disco de fibrocartilagem interpúbico.
C. Limitam a inclinação lateral do tronco, conectam a quinta vértebra lombar à crista ilíaca.
D. Ponto de inserções musculares, conecta espinhas ilíacas anterossuperiores ao tubérculo púbico.
E. Limitam a anteversão pélvica ou nutação, conectam o sacro à superfície anterior do ílio.
F. Limitam a retroversão pélvica ou contranutação, dividem-se em posterior curto (do ílio posterior à parte inferior do sacro), posterior longo (da espinha ilíaca posterossuperior à terceira e quarta vértebras sacrais) e interósseo (conectam aspectos posteriores das articulações sacroilíacas).
Concurso:
Prefeitura de Santa Amélia - PR
Disciplina:
Fisioterapia
A realidade de uma população em constante
envelhecimento é cada vez mais palpável, tanto no
contexto dos países desenvolvidos quanto em
desenvolvimento. A velhice não é sinal de doença,
mas a maior expectativa de vida pode vir
acompanhada de maior número de doenças crônicas
e, dentre elas, está o acidente vascular encefálico
(AVE). Este por sua vez, pode ser definido como a
redução ou a interrupção completa da circulação
sanguínea em determinada região tecidual encefálica
gerando comprometimento motor e sensitivo que
reflete o local, extensão e duração da lesão. Diante
dessa afirmativa, são características clínicas do
acidente vascular encefálico (AVE), exceto:
Concurso:
Prefeitura de Santa Amélia - PR
Disciplina:
Fisioterapia
A lesão medular (LM) é uma condição complexa que
afeta múltiplos sistemas, impactando
significativamente a capacidade individual
dependendo do comprometimento da medula
espinal. Pode ser traumática ou não traumática. E, a
capacidade funcional de um indivíduo é determinada
pelo grau de comprometimento dos sistemas motor,
sensorial e autonômico. É essencial uma avaliação
precisa para diagnosticar a extensão da lesão
(completa/incompleta) e identificar os níveis
medulares e estruturas íntegras. Assim, esses
aspectos são importantes para definir o processo de
reabilitação do indivíduo e determinar suas
potencialidades, ou seja, quão funcional ele será no
futuro. Diante do exposto, analise as assertivas a
respeito da fase de reabilitação na lesão medular pós-hospitalização e assinale a alternativa correta.
I. Na reabilitação pós-hospitalização, a fisioterapia avalia mobilidade, função respiratória, integridade da pele, sistema sensório-motor, amplitude de movimento, tônus e força muscular. O objetivo é estimular a reabilitação e prevenir complicações futuras, utilizando ferramentas e escalas de avaliação para documentar a evolução a curto, médio e longo prazo.
II. A fisioterapia pós-lesão medular, ao abranger domínios da Classificação Internacional de Funcionalidade Incapacidade e Saúde (CIF), visa melhorar a participação e qualidade de vida, modificando deficiências para promover a independência. Com os avanços na medicina, reabilitação e tecnologia, indivíduos com lesão medular vivem mais e com maior independência. O foco da reabilitação mudou para qualidade de vida e participação comunitária, tornando essencial avaliar e implementar intervenções que melhorem essa participação.
III. No planejamento da reabilitação, é crucial estabelecer metas funcionais viáveis de curto e longo prazo. Elas são individuais, baseadas na avaliação fisioterapêutica, e respeitam as necessidades e o nível/extensão da lesão medular.
IV. O foco da reabilitação é maximizar a independência funcional. Contudo, se a lesão impedir essa independência, pode ser preciso um cuidador. A avaliação fisioterapêutica, ao identificar dificuldades e potenciais, direciona as metas de tratamento, incluindo, se necessário, cuidadores e familiares. O fisioterapeuta pode ter em mente algumas metas funcionais esperadas em indivíduos com lesão medular completa, de acordo com o nível neurológico preservado. É crucial a avaliação individual de cada paciente para definir novas metas e observar a evolução clínica.
V. A fisioterapia para lesão medular visa fortalecer regiões preservadas, estimular trocas posturais e transferências, otimizar controle de tronco, promover independência em cadeira de rodas e ortostatismo terapêutico. A recuperação funcional e neuroplasticidade estão ligadas a estímulos sensoriais e exercícios repetitivos; otimizar mobilidade, independência e qualidade de vida ainda é um desafio, daí a importância de diferentes intervenções.
I. Na reabilitação pós-hospitalização, a fisioterapia avalia mobilidade, função respiratória, integridade da pele, sistema sensório-motor, amplitude de movimento, tônus e força muscular. O objetivo é estimular a reabilitação e prevenir complicações futuras, utilizando ferramentas e escalas de avaliação para documentar a evolução a curto, médio e longo prazo.
II. A fisioterapia pós-lesão medular, ao abranger domínios da Classificação Internacional de Funcionalidade Incapacidade e Saúde (CIF), visa melhorar a participação e qualidade de vida, modificando deficiências para promover a independência. Com os avanços na medicina, reabilitação e tecnologia, indivíduos com lesão medular vivem mais e com maior independência. O foco da reabilitação mudou para qualidade de vida e participação comunitária, tornando essencial avaliar e implementar intervenções que melhorem essa participação.
III. No planejamento da reabilitação, é crucial estabelecer metas funcionais viáveis de curto e longo prazo. Elas são individuais, baseadas na avaliação fisioterapêutica, e respeitam as necessidades e o nível/extensão da lesão medular.
IV. O foco da reabilitação é maximizar a independência funcional. Contudo, se a lesão impedir essa independência, pode ser preciso um cuidador. A avaliação fisioterapêutica, ao identificar dificuldades e potenciais, direciona as metas de tratamento, incluindo, se necessário, cuidadores e familiares. O fisioterapeuta pode ter em mente algumas metas funcionais esperadas em indivíduos com lesão medular completa, de acordo com o nível neurológico preservado. É crucial a avaliação individual de cada paciente para definir novas metas e observar a evolução clínica.
V. A fisioterapia para lesão medular visa fortalecer regiões preservadas, estimular trocas posturais e transferências, otimizar controle de tronco, promover independência em cadeira de rodas e ortostatismo terapêutico. A recuperação funcional e neuroplasticidade estão ligadas a estímulos sensoriais e exercícios repetitivos; otimizar mobilidade, independência e qualidade de vida ainda é um desafio, daí a importância de diferentes intervenções.
Concurso:
Prefeitura de Santa Amélia - PR
Disciplina:
Fisioterapia
A dor é uma experiência sensitiva e emocional
desagradável associada a uma lesão tecidual real ou
potencial. A avaliação da dor é fundamental para o
tratamento adequado e a melhora da qualidade de
vida dos pacientes. Tanto na fisioterapia quanto em
outras áreas da saúde, a avaliação da dor visa
compreender sua causa, gravidade e impacto nas
atividades diárias, humor, cognição e sono. O
fisioterapeuta deve dominar o conhecimento
científico e prático para a escolha do tratamento
baseado nos mecanismos clínicos, ou seja, de acordo
com o tipo de dor predominante. Diante do exposto,
assinale a alternativa incorreta a respeito da
fisiopatologia da dor nociplástica.
Concurso:
Prefeitura de Pinto Bandeira - RS
Disciplina:
Fisioterapia
Uma paciente de 62 anos será submetida a
uma cirurgia abdominal eletiva de grande porte. No período pré-operatório, apresenta sedentarismo, sobrepeso e
padrão respiratório superficial. No pós-operatório imediato, evolui com dor, redução da expansibilidade torácica e
dificuldade para deambular. O Fisioterapeuta é acionado
para atuar nas fases pré e pós-operatórias. Nesse contexto, analise as assertivas a seguir:
I. A atuação da fisioterapia no pré-operatório visa principalmente minimizar complicações pulmonares por meio de orientações, exercícios respiratórios e treinamento de tosse eficaz, embora seu impacto possa variar conforme o tipo de cirurgia e condição do paciente.
II. No pós-operatório imediato, a mobilização precoce deve ser postergada na maioria dos pacientes para evitar riscos como deiscência de ferida e instabilidade hemodinâmica, priorizando a estabilização clínica inicial.
III. Exercícios respiratórios no pós-operatório de cirurgias abdominais são desencorajados inicialmente, devido ao potencial aumento da dor e interferência na cicatrização tecidual.
Está(ão) CORRETA(S):
I. A atuação da fisioterapia no pré-operatório visa principalmente minimizar complicações pulmonares por meio de orientações, exercícios respiratórios e treinamento de tosse eficaz, embora seu impacto possa variar conforme o tipo de cirurgia e condição do paciente.
II. No pós-operatório imediato, a mobilização precoce deve ser postergada na maioria dos pacientes para evitar riscos como deiscência de ferida e instabilidade hemodinâmica, priorizando a estabilização clínica inicial.
III. Exercícios respiratórios no pós-operatório de cirurgias abdominais são desencorajados inicialmente, devido ao potencial aumento da dor e interferência na cicatrização tecidual.
Está(ão) CORRETA(S):