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No processo de formação histórica do município de Ipu (CE), as relações entre colonizadores e populações indígenas assumiram características específicas. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta.
A rarefação do poder público em nosso país contribui muito para preservar a ascendência dos ‘coronéis’, já que, por esse motivo, estão em condições de exercer, extraoficialmente, grande número de funções do Estado em relação aos seus dependentes.In: LEAL, Victor Nunes. Coronelismo, enxada e voto.2. ed. São Paulo: Alfa-Ômega,1975. p.42. Sobre o fenômeno denominado “coronelismo” no Brasil, é CORRETO afirmar:
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Em 1932, durante o governo provisório de Getúlio Vargas, que se estendeu de 1930 até 1934, foi instituído o novo Código Eleitoral. Sobre esse Código Eleitoral, é CORRETO afirmar:
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A organização pedagógica implementada pela Companhia de Jesus no Brasil colonial não se limitava à catequese indígena, mas estruturava-se a partir de um modelo sistemático de ensino, com definição de conteúdos, métodos, hierarquias docentes, organização de classes e progressão curricular. Esse documento normativo consolidou, no final do século XVI, as diretrizes educacionais da ordem, padronizando práticas didáticas em seus colégios na Europa e nas colônias, inclusive no Brasil.

Assinale a alternativa que identifica corretamente esse documento estruturador do ensino jesuítico.

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A temporalidade histórica constitui um dos eixos estruturantes da epistemologia da História, definindo a forma como o historiador concebe, organiza e interpreta as experiências humanas no tempo. Acerca desse assunto, analise as afirmativas abaixo.


I. Do ponto de vista teórico, a temporalidade histórica rompe com a ideia de um tempo linear e progressivo. A historiografia contemporânea, sobretudo no âmbito da Escola Marxista, passou a compreender os fenômenos históricos a partir da noção de múltiplas durações, articulando permanências, rupturas, acelerações e continuidades.

II. Diferentemente da noção de tempo cronológico, homogêneo e mensurável, herdada das ciências naturais, a temporalidade histórica é qualitativa, plural e socialmente construída, sendo inseparável das representações, práticas e estruturas que conformam as sociedades ao longo do processo histórico.

III. Do ponto de vista metodológico, trabalhar com a temporalidade histórica implica reconhecer que diferentes sujeitos e grupos sociais experienciam o tempo de maneira desigual. Classes sociais, comunidades tradicionais, povos indígenas, grupos urbanos ou rurais constroem regimes temporais específicos, que influenciam práticas econômicas, formas de sociabilidade, rituais e concepções de futuro.


Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) afirmativa(s):