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Disciplina:
História
Analise os trechos a seguir.
I. Não havia nenhum único fenômeno cultural da Idade Média que não entrasse no conceito de Renascimento em pelo menos um dos seus aspectos. Gradualmente, tudo o que parecia espontâneo e singular na Idade Média tardia havia sido extraído dali para ser colocado entre as origens do Renascimento. Não havia um final à vista. Num exame mais detido, teria havido de fato qualquer Idade Média?
Fonte: Huizinga, J. Men and Ideas: History, the Middle Ages, the Renaissance. Nova York: Meridian Books,1959, p.264-265.
II. Na Idade Média, as duas faces da consciência, a face objetiva e a face subjetiva, estavam de alguma maneira veladas; a vida intelectual assemelhava-se a um meio sonho. O Véu que envolvia os espíritos era tecido de fé e de preconceitos, de ignorância e de ilusões; o mundo e a história apareciam com cores bizarras; quanto ao homem, apenas se conhecia como raça, povo, partido, corporação, família ou sob uma outra forma geral coletiva. Foi a Itália a primeira a rasgar o véu e a dar o sinal para o estudo objetivo do Estado e de todas as coisas do mundo; mas, ao lado desta maneira de considerar os objetos, desenvolve-se o aspecto subjetivo; o homem torna-se indivíduo espiritual e tem consciência deste novo estado.
Fonte: Burckhardt, Jacob. A Civilização do Renascimento Italiano. Lisboa: Editora Presença,1983, p.107.
Com base na leitura dos trechos, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) Ambos os trechos, independentemente da periodização adotada, reconhecem o Renascimento como uma categoria histórica significativa.
( ) O trecho I considera que o Renascimento representou uma ruptura radical com a Idade Média, evidenciando a possibilidade de estabelecer fronteiras cronológicas precisas na história.
( ) O trecho II afirma que, no Renascimento, o homem passa a reconhecer-se como indivíduo espiritual e consciente de sua própria subjetividade e fé, em contraste com a Idade Média, quando sua identidade estava ligada aos vínculos coletivos.
As afirmativas são, segundo a ordem apresentada, respectivamente,
I. Não havia nenhum único fenômeno cultural da Idade Média que não entrasse no conceito de Renascimento em pelo menos um dos seus aspectos. Gradualmente, tudo o que parecia espontâneo e singular na Idade Média tardia havia sido extraído dali para ser colocado entre as origens do Renascimento. Não havia um final à vista. Num exame mais detido, teria havido de fato qualquer Idade Média?
Fonte: Huizinga, J. Men and Ideas: History, the Middle Ages, the Renaissance. Nova York: Meridian Books,1959, p.264-265.
II. Na Idade Média, as duas faces da consciência, a face objetiva e a face subjetiva, estavam de alguma maneira veladas; a vida intelectual assemelhava-se a um meio sonho. O Véu que envolvia os espíritos era tecido de fé e de preconceitos, de ignorância e de ilusões; o mundo e a história apareciam com cores bizarras; quanto ao homem, apenas se conhecia como raça, povo, partido, corporação, família ou sob uma outra forma geral coletiva. Foi a Itália a primeira a rasgar o véu e a dar o sinal para o estudo objetivo do Estado e de todas as coisas do mundo; mas, ao lado desta maneira de considerar os objetos, desenvolve-se o aspecto subjetivo; o homem torna-se indivíduo espiritual e tem consciência deste novo estado.
Fonte: Burckhardt, Jacob. A Civilização do Renascimento Italiano. Lisboa: Editora Presença,1983, p.107.
Com base na leitura dos trechos, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) Ambos os trechos, independentemente da periodização adotada, reconhecem o Renascimento como uma categoria histórica significativa.
( ) O trecho I considera que o Renascimento representou uma ruptura radical com a Idade Média, evidenciando a possibilidade de estabelecer fronteiras cronológicas precisas na história.
( ) O trecho II afirma que, no Renascimento, o homem passa a reconhecer-se como indivíduo espiritual e consciente de sua própria subjetividade e fé, em contraste com a Idade Média, quando sua identidade estava ligada aos vínculos coletivos.
As afirmativas são, segundo a ordem apresentada, respectivamente,
Disciplina:
História
Analise as afirmativas sobre a Reforma Protestante e Contrarreforma e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) A Reforma incentivou a alfabetização e a educação voltadas à leitura da Bíblia, enquanto a Contrarreforma reforçou a disciplina religiosa, a hierarquia e o controle moral da população.
( ) A Reforma eliminou os dízimos nas cidades protestantes, enquanto a Contrarreforma aumentou a arrecadação em cidades católicas como forma de fortalecer o controle da Igreja sobre os fiéis.
( ) Tanto a Reforma quanto a Contrarreforma impactaram a política europeia, ao fortalecer alianças regionais e influenciar decisões de monarcas em função de interesses religiosos e territoriais.
As afirmativas são, segundo a ordem apresentada, respectivamente,
( ) A Reforma incentivou a alfabetização e a educação voltadas à leitura da Bíblia, enquanto a Contrarreforma reforçou a disciplina religiosa, a hierarquia e o controle moral da população.
( ) A Reforma eliminou os dízimos nas cidades protestantes, enquanto a Contrarreforma aumentou a arrecadação em cidades católicas como forma de fortalecer o controle da Igreja sobre os fiéis.
( ) Tanto a Reforma quanto a Contrarreforma impactaram a política europeia, ao fortalecer alianças regionais e influenciar decisões de monarcas em função de interesses religiosos e territoriais.
As afirmativas são, segundo a ordem apresentada, respectivamente,
Disciplina:
História
Leia o trecho a seguir.
“Índios aldeados e índios considerados selvagens compunham a diversidade das populações indígenas presentes na América portuguesa, porém a barreira entre elas era muito menor do que se supunha e se apregoava, conforme a ideologia e a política indigenista, então vigentes. Índios e mestiços, selvagens e civilizados confundiam-se e relacionavam-se intensamente entre si e com outros segmentos da sociedade colonial, indo e voltando, com frequência de uma condição à outra.”
Adaptado de Celestino, Maria Regina. Índios mestiços e selvagens civilizados de Debret reflexões sobre relações interétnicas e mestiçagens. Varia História, vol.25, nº 41,2009, p.88.
Com base na leitura do trecho, assinale a opção que apresenta corretamente a compreensão da autora sobre as categorias de indígenas na América portuguesa.
“Índios aldeados e índios considerados selvagens compunham a diversidade das populações indígenas presentes na América portuguesa, porém a barreira entre elas era muito menor do que se supunha e se apregoava, conforme a ideologia e a política indigenista, então vigentes. Índios e mestiços, selvagens e civilizados confundiam-se e relacionavam-se intensamente entre si e com outros segmentos da sociedade colonial, indo e voltando, com frequência de uma condição à outra.”
Adaptado de Celestino, Maria Regina. Índios mestiços e selvagens civilizados de Debret reflexões sobre relações interétnicas e mestiçagens. Varia História, vol.25, nº 41,2009, p.88.
Com base na leitura do trecho, assinale a opção que apresenta corretamente a compreensão da autora sobre as categorias de indígenas na América portuguesa.
Disciplina:
História
Ao longo do período colonial, os tratados firmados entre Portugal e Espanha alteraram diversas vezes os limites dos territórios americanos.
Assinale a opção que apresenta corretamente um dos resultados desses tratados.
Assinale a opção que apresenta corretamente um dos resultados desses tratados.
Disciplina:
História
Analise as afirmativas a seguir sobre o modelo de ocupação das capitanias hereditárias no Brasil colonial:
I. Os capitães donatários, além de receberem amplos poderes administrativos e jurídicos sobre suas capitanias, assumiam também os encargos financeiros da colonização.
II. As capitanias foram administradas por agentes da Coroa portuguesa, que tinham autonomia para representar diretamente os interesses do rei.
III. O modelo das capitanias hereditárias foi adotado como medida temporária, restrita à região Norte do Brasil, onde se concentravam os principais interesses econômicos da Coroa.
Está correto o que se afirma em
I. Os capitães donatários, além de receberem amplos poderes administrativos e jurídicos sobre suas capitanias, assumiam também os encargos financeiros da colonização.
II. As capitanias foram administradas por agentes da Coroa portuguesa, que tinham autonomia para representar diretamente os interesses do rei.
III. O modelo das capitanias hereditárias foi adotado como medida temporária, restrita à região Norte do Brasil, onde se concentravam os principais interesses econômicos da Coroa.
Está correto o que se afirma em