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A crítica à política externa foi arma utilizada pela campanha republicana com o objetivo de desmoralizar o regime monárquico. As intervenções na região do rio da Prata e a Guerra do Paraguai foram temas atacados frequentemente por republicanos, a exemplo de Silva Jardim, Saldanha Marinho e Quintino Bocaiúva.


Relativamente à queda do Império e à Primeira República (1889-1930), julgue o item que se segue.


A denominada Revolução de 1930 rompeu com as estruturas carcomidas da República Velha: o surgimento de lideranças novas, como Getúlio Vargas, desvinculadas da experiência política do período anterior, conduziu o país à modernidade, imune a tentações autoritárias e a alianças com os militares.

A crítica à política externa foi arma utilizada pela campanha republicana com o objetivo de desmoralizar o regime monárquico. As intervenções na região do rio da Prata e a Guerra do Paraguai foram temas atacados frequentemente por republicanos, a exemplo de Silva Jardim, Saldanha Marinho e Quintino Bocaiúva.


Relativamente à queda do Império e à Primeira República (1889-1930), julgue o item que se segue.


A conhecida expressão do jornalista Aristides Lobo, em artigo de jornal publicado dois dias depois do 15 de novembro de 1889 ("o povo assistiu àquilo bestializado, atônito, surpreso, sem conhecer o que significava"), é considerada uma síntese, por aqueles que defendem essa tese, do caráter de golpe militar do acontecimento que instaurou o regime republicano no Brasil.

A crítica à política externa foi arma utilizada pela campanha republicana com o objetivo de desmoralizar o regime monárquico. As intervenções na região do rio da Prata e a Guerra do Paraguai foram temas atacados frequentemente por republicanos, a exemplo de Silva Jardim, Saldanha Marinho e Quintino Bocaiúva.


Relativamente à queda do Império e à Primeira República (1889-1930), julgue o item que se segue.


Os levantes militares de 1922 e 1924, acontecimentos do chamado Tenentismo, ainda que derrotados, desempenharam forte influência no Golpe de 1930 e em movimentos militares futuros, como no Regime Militar implementado na década de 60.

A crítica à política externa foi arma utilizada pela campanha republicana com o objetivo de desmoralizar o regime monárquico. As intervenções na região do rio da Prata e a Guerra do Paraguai foram temas atacados frequentemente por republicanos, a exemplo de Silva Jardim, Saldanha Marinho e Quintino Bocaiúva.


Relativamente à queda do Império e à Primeira República (1889-1930), julgue o item que se segue.


Entre as transformações da política externa brasileira na Primeira República, quando emergiu a figura central de Rio Branco, destacam-se a aproximação com Washington, a sistemática solução das questões fronteiriças e os primeiros movimentos da diplomacia multilateral (Sociedade das Nações e Pan-Americanismo).

O Brasil apresenta situações em que a aparente ruptura não interrompe a marcha da continuidade histórica. Da Independência à República, chegando à autodenominada Revolução de 1930, o país viveu sobressaltos institucionais que geralmente tangenciaram as bases estruturais do país, sem rompê-las integralmente. A conciliação quase sempre prevaleceu, mesmo em contextos de elevada tensão.


Considerando essas observações como referência inicial, julgue o item subsequente, relativo ao processo histórico brasileiro da Independência ao colapso do Império.


Em meados do século XIX, o Brasil enfrentou duas crises potencialmente perigosas no campo da política externa: a ameaça da coligação argentino-uruguaia na região platina e o confronto com a marinha britânica por causa do tráfico de escravos, com dois incidentes policiais culminando no bloqueio naval do Rio de Janeiro e no rompimento das relações diplomáticas com a Inglaterra.