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“A escola cria suas próprias desigualdades, a economia cria suas próprias desigualdades, a cultura cria suas desigualdades, a política cria suas desigualdades... As desigualdades de cada um desses domínios podem e precisam ser combatidas. Mas há desigualdades e injustiças novas quando as desigualdades produzidas por uma esfera de justiça provocam automaticamente desigualdades em outra esfera.” (Dubet,2004, p.549.)
Um sistema escolar justo deveria assegurar um combate constante às desigualdades, promovendo ações justas – ou que pelo menos não reproduzam a injustiça – tais como:
Um sistema escolar justo deveria assegurar um combate constante às desigualdades, promovendo ações justas – ou que pelo menos não reproduzam a injustiça – tais como:
“Em 1997, Dani Rodrik, professor da Universidade de Harvard, publicou um livro cujo título é ‘a globalização foi longe demais?’. Desde então, já havia uma percepção generalizada de que as desigualdades de renda e patrimônio eram crescentes em muitos países e que tal fato poderia colocar em risco a estabilidade democrática dessas sociedades. Pouco tempo depois, Rodrik desenvolveu o ‘trilema’ (teorema da impossibilidade), que sustenta que democracia, soberania nacional e integração econômica global são mutuamente incompatíveis; podemos combinar duas dimensões, mas nunca todas as três simultaneamente e completamente.” (Disponível em: https://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Economia/Os-descontentamentos-da-globalizacao-e-os-novos-desafioseconomicos/7/36363.)
A preocupação com os efeitos sociais da globalização ainda são prementes, e de uma maneira geral já se percebeu que:
A preocupação com os efeitos sociais da globalização ainda são prementes, e de uma maneira geral já se percebeu que:
“Em Minas Gerais um projeto de mediação de conflito está mudando a rotina de violência em escolas públicas. Em uma companhia policial para menores infratores, em Belo Horizonte, chegam todos os dias muitos casos de alunos que saíram direto das escolas, nos carros da polícia, porque ameaçaram professores ou deram socos em colegas. Um projeto desenvolvido pelas Secretarias de Educação de Minas, Ministério Público, Tribunal de Justiça e UFMG quer transformar os conflitos em oportunidades de mudança para os jovens, e resolver tudo dentro da própria escola. ‘O encarceramento só transforma aquela pessoa numa pessoa pior. Quando você é criança, adolescente, você está em formação de caráter, de personalidade; é o acolhimento da pessoa é que vai transformá-lo. Não é a punição, o castigo, a raiva, a vingança’, diz Valéria Rodrigues, juíza da Vara da Infância e Juventude de Belo Horizonte. Educadores voluntários e até alunos de 240 escolas públicas estão sendo treinados para ser mediadores.” (Disponível em: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/04/mediacao-de-conflito-muda-rotina-de-violencia-em-escolas-publicas-emmg.html.)
A violência, especificamente nos meios escolares, é debatida e pesquisada pelo mundo inteiro por conta da gravidade e frequência em que se repete no cotidiano. Sobre esse problema, especificamente no que diz respeito ao Brasil:
A violência, especificamente nos meios escolares, é debatida e pesquisada pelo mundo inteiro por conta da gravidade e frequência em que se repete no cotidiano. Sobre esse problema, especificamente no que diz respeito ao Brasil:
Observe a charge.

A análise da charge, tendo em vista os conceitos de “cultura de massa” e “indústria cultural”, nos permite inferir corretamente que
Enquanto morar for um privilégio, ocupar é um direito
Com esse slogan, dezenas de siglas de movimentos sociais por moradia vivem há anos em prédios abandonados em São Paulo em péssimas condições. Entre os mais populares estão a FLM (Frente de Luta por Moradia) e a UMM (União dos Movimentos de Moradia). Mas há também grupos menores, caso do LMD (Luta por Moradia Digna), responsável pela gestão do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou recentemente. Ainda existem aqueles que se dizem ocupações independentes de qualquer organização formal. As famílias convivem diariamente com riscos semelhantes ao que levou ao incêndio e desabamento do prédio localizado no Largo do Paissandu. Muitas pagam uma taxa de serviço, espécie de ‘condomínio’, para os líderes das ocupações. (Disponível em: https://www.huffpostbrasil.com/2018/05/03/nao-podemos-criminalizar-movimentos-de-moradia-diz-coordenador-domtst_a_23426510/.)
Os movimentos sociais estão sendo um dos temas mais populares em todo o mundo. A cada ano é possível notar que surgem novos movimentos sociais querendo ganhar força e se estabilizar. Em relação aos movimentos anteriormente citados e à tipologia desses novos movimentos sociais do Brasil, é correto afirmar que:
Com esse slogan, dezenas de siglas de movimentos sociais por moradia vivem há anos em prédios abandonados em São Paulo em péssimas condições. Entre os mais populares estão a FLM (Frente de Luta por Moradia) e a UMM (União dos Movimentos de Moradia). Mas há também grupos menores, caso do LMD (Luta por Moradia Digna), responsável pela gestão do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou recentemente. Ainda existem aqueles que se dizem ocupações independentes de qualquer organização formal. As famílias convivem diariamente com riscos semelhantes ao que levou ao incêndio e desabamento do prédio localizado no Largo do Paissandu. Muitas pagam uma taxa de serviço, espécie de ‘condomínio’, para os líderes das ocupações. (Disponível em: https://www.huffpostbrasil.com/2018/05/03/nao-podemos-criminalizar-movimentos-de-moradia-diz-coordenador-domtst_a_23426510/.)
Os movimentos sociais estão sendo um dos temas mais populares em todo o mundo. A cada ano é possível notar que surgem novos movimentos sociais querendo ganhar força e se estabilizar. Em relação aos movimentos anteriormente citados e à tipologia desses novos movimentos sociais do Brasil, é correto afirmar que: