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No ano de 2003, a Portaria Nº 1947/GM apresentou o plano estratégico para a expansão de serviços destinados a crianças e adolescentes com sofrimento psíquico e caracteriza os Centros de Atenção Psicossocial Infanto juvenis (CAPSi) como serviço prioritário para o atendimento de pessoas com transtornos mentais graves e persistentes.
A Política de Saúde Mental para crianças e adolescentes opera a partir de dois principais focos de ação e organização, quais sejam:
I. Implantação e manutenção do CAPsi. II. Articulação de rede intersetorial com responsabilidades diferentes para cada setor no cuidado a infância e adolescência. III. Produção de modos de encontros na clínica, orientados por princípios éticos. IV. Articulação de rede intersetorial que se corresponsabilize no cuidado à infância e adolescência.
Quais estão corretos?
As explanações sobre as Residências Terapêuticas (RTs) e as contribuições da Terapia Ocupacional podem ser descritas a partir de múltiplas perspectivas; no entanto, no artigo intitulado “As residências terapêuticas e a clínica do cotidiano: contribuições da terapia ocupacional”, os autores optaram por abordá-los, considerando a dimensão da experiência, ou seja, a dimensão da clínica cotidiana que é produzida nesses serviços.
Com o objetivo de sistematizar as ações dos terapeutas ocupacionais que contribuem para o trabalho nas Residências Terapêuticas, identificamos quatro planos de intervenção apontados no artigo, são eles, EXCETO as intervenções:
Nos CECOs (Centros de Convivência), de acordo com Ferigato et al. (2016), que encontros contribuem para a construção da rede de saúde? Que afetos e práticas esses encontros produzem? Os autores, ao analisar o material produzido durante a realização de uma pesquisa, identificaram, pelo menos, quatro planos de encontros, quais sejam:
Para Spinosa, segundo Ferigato et al. (2016), os encontros são essencialmente ético-afetivos, vinculados à noção de composição ou de decomposição na relação entre os corpos, na imanência da própria experiência.
A transformação que um encontro pode gerar num corpo é:
Ferigato et al. (2016) nos aponta que a partir de Spinoza podemos identificar que a natureza dos encontros não é por si só positiva, nem negativa. O encontro entre os corpos se dá por conveniência ou desconveniência.
O que se coloca no centro de interesse de um encontro é o(a):