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Dentro da prática do canto orfeônico, Villa-Lobos definiu que o ensino musical tinha como finalidade:
Determinada perspectiva sobre a experiência distingue o simples reconhecimento da percepção plena. No reconhecimento, o sujeito apenas identifica algo conforme um esquema já formado, aplicando um rótulo que serve a um propósito externo ao próprio ato de ver. Já a percepção verdadeira exige uma entrega ativa, um dispêndio de energia que reconstrói o objeto e torna a consciência viva. Considerando essa distinção, no campo da Arte-educação, a mediação que conduz o estudante da mera identificação à percepção estética caracteriza-se por:
Determinadas concepções sobre o ensino de Arte sustentam que a experiência estética não constitui um domínio isolado da vida cotidiana, mas o desdobramento intensificado de qualidades já presentes nas ações comuns do viver. Sob essa perspectiva, a apreciação de uma obra não se reduz a um reconhecimento passivo, pois exige de quem observa um trabalho ativo de reorganização perceptiva comparável ao realizado por quem a produziu. A prática pedagógica em Arte coerente com essa fundamentação é a que:
Ao analisar a passagem do estilo clássico do Renascimento, no século XVI, ao Barroco, no século XVII, um estudo clássico da História da Arte propõe que essa transformação pode ser descrita por cinco pares de conceitos opostos. Um desses pares opõe a representação em que a linha funciona como guia da visão e os objetos são percebidos pelo contorno àquela em que a linha perde importância e a percepção se organiza pela massa, pela luz e pela cor. O par de conceitos que descreve a oposição entre a percepção guiada pela linha e a percepção organizada pela massa é do(a):
Na linguagem visual, a cor é descrita por três atributos que permitem identificá-la e diferenciá-la das demais. Um deles corresponde ao nome da cor em si, aquilo que a distingue como vermelho, azul ou amarelo, e está diretamente relacionado à posição que ela ocupa no espectro luminoso. Os outros dois atributos referem-se, respectivamente, ao grau de pureza e ao grau de claridade da cor. O atributo da cor que corresponde ao seu nome e a distingue no espectro denomina-se: