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Durante uma aula de Arte, a professora pede aos alunos que observem como o fotógrafo escolhe o que mostrar e o que deixar fora da imagem, destacando que essa decisão interfere diretamente no foco visual e na mensagem transmitida pela foto. O elemento da linguagem fotográfica que se refere a essa delimitação do campo visual, determinando o ponto de vista e os limites da cena, é o(a):
Na contemporaneidade, as produções visuais transgridem fronteiras geográficas e simbólicas, promovendo intercâmbios culturais complexos. Com base nessa concepção, pode-se afirmar que a transculturalidade nas artes visuais corresponde a:
Considere a imagem abaixo:
Q34.png (217×317)
Fonte: https://revistapesquisa.fapesp.br/estetica-da-ruptura/

Pioneira na arte participativa e sensorial, Lygia Clark propõe uma arte que se completa na interação do público, rompendo as fronteiras entre arte, corpo e terapia. Sobre suas obras, assinale a alternativa INCORRETA.
Na arte contemporânea, o deslocamento da ênfase do produto para o processo inaugura uma epistemologia da criação em que a obra deixa de ser uma entidade estática e passa a ser entendida como um acontecimento em devir. Essa perspectiva, presente em artistas como Hélio Oiticica e Joseph Beuys, redefine o papel do espectador e questiona os limites da autoria, da materialidade e da permanência da obra. Considerando esse contexto, o conceito de processualidade artística está mais adequadamente associado a:
Desde as pranchas satíricas do século XIX até as graphic novels contemporâneas, as histórias em quadrinhos (HQs) atravessaram um processo de reconfiguração estética e institucional. Considerando o panorama histórico e teórico dessa modalidade artística, qual afirmação traduz corretamente a trajetória estética e cultural das HQs no contexto da modernidade e da contemporaneidade?