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O teatro no período Bizantino foi marcado por dois estilos recitativos com temas bíblicos, quais sejam:
Na didática contemporânea da dança, influenciada por Rudolf Laban, Angel Vianna e Klauss Vianna, o movimento é compreendido como linguagem expressiva e investigativa, atravessada por dimensões subjetivas, culturais e corporais. A dança, assim, configura-se como experiência de criação, escuta do corpo e mediação simbólica. Assinale a alternativa que apresenta uma prática incoerente com essa abordagem.
O teatro, concebido por autores como Augusto Boal, Viola Spolin e Bertolt Brecht, ultrapassa o campo estético e adentra o político, o formativo e o social. No contexto escolar, essa linguagem ganha potência quando articulada à reflexão crítica, à criação coletiva e à transformação do sensível. Com base nessa perspectiva, assinale a alternativa que expressa uma visão limitadora da função do teatro na educação.
A coreografia dessa dança é muito simples. Fiel à sua possível procedência alagoana, é formada por uma roda de dançarinos que giram da direita para a esquerda, enquanto repetem em coro a resposta tirada pelo solista e marcam o ritmo com uma pisada forte. Um dançarino vai para o meio da roda e, com uma umbigada, chama outra pessoa para o solo e assim sucessivamente.
Os formadores da roda têm movimentos lentos, pisam forte no solo, batem palmas e, vagarosamente, circulam ao mesmo tempo em que giram o corpo ora para um lado, ora para o outro.

(Jorge Sabino e Raul Lody. Danças de matriz africana: antropologia do movimento, 2015. Adaptado)

Trata-se de uma descrição
Rudolf von Laban descrevia experiências que buscavam uma corporeidade inédita, capaz de responder às transformações da vida moderna. Para tanto, testou conexões entre dança, palavra (sobretudo poemas) e ações cotidianas. É um dos primeiros a diagnosticar o desaparecimento de uma experiência corpórea em que tradições privadas e coletivas se relacionavam com as memórias voluntárias e involuntárias, os cultos e os ritos, para dar lugar a uma experiência que sacrificava os recursos naturais e físicos da rememoração, como um verdadeiro inventário de eventos vividos que, paradoxalmente, se tornavam estrangeiros.
(Ingrid Dormien Koudela, Léxico de pedagogia do teatro, 2015. Adaptado)

Tais experiências eram denominadas por Laban de