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No exercício da gestão em Enfermagem, especialmente em contextos assistenciais complexos e organizações de saúde orientadas pela qualidade, segurança do paciente e desenvolvimento de pessoas, o enfermeiro gestor deve mobilizar competências gerenciais essenciais para coordenar equipes, otimizar processos de trabalho e sustentar ambientes colaborativos e éticos. Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as competências gerenciais amplamente reconhecidas na administração e na liderança em Enfermagem às suas características.


Coluna 1


1. Comunicação.


2. Tomada de decisão.


3. Gestão de conflitos.


4. Inteligência emocional.



Coluna 2


(_) Capacidade de reconhecer, compreender e regular as próprias emoções e as emoções dos membros da equipe, favorecendo relações interpessoais saudáveis.


(_) Processo sistemático de escolha entre alternativas, fundamentado em evidências científicas, análise de riscos e impacto organizacional.


(_) Transmissão clara, assertiva, ética e bidirecional de informações, favorecendo alinhamento, segurança e cooperação.


(_) Mediação de interesses divergentes de forma ética, construtiva e orientada para a solução de problemas.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Considerando os diferentes estilos de liderança descritos na literatura de administração e gestão em Enfermagem, assinale a alternativa que indica o tipo de liderança que melhor se alinha a ambientes que valorizam a corresponsabilização da equipe, o engajamento profissional, o desenvolvimento de competências, a inovação nos processos de trabalho e os princípios da humanização e da governança clínica.

Durante a consulta de enfermagem em uma unidade de Atenção Primária à Saúde, um idoso de 82 anos, com baixa escolaridade e histórico de hospitalização recente, apresenta dependência parcial para alimentação e higiene, fadiga aos mínimos esforços, marcha instável, dificuldade para levantar-se da posição sentada, perda ponderal não intencional e relato de redução progressiva do convívio social. Na avaliação funcional, evidenciam-se mobilidade física prejudicada, tolerância diminuída à atividade e comprometimento da capacidade para atividades de vida diária. Considerando a Taxonomia conforme a NANDA-I (2021-2023), a definição, os critérios diagnósticos e a distinção entre características definidoras, fatores relacionados e população em risco, assinale a alternativa que NÃO corresponde a características definidoras do diagnóstico de enfermagem “síndrome do idoso frágil”.

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Paciente do sexo masculino, portador de diabete melito e hiperplasia benigna da próstata, encontra-se internado em unidade clínica. Durante a avaliação de enfermagem, refere dificuldade para iniciar a micção, sensação persistente de esvaziamento incompleto da bexiga e eliminação frequente de pequenos volumes urinários. Ao exame físico, observa-se distensão suprapúbica e jato urinário enfraquecido. Com base na Taxonomia conforme a NANDA-I (2021-2023), considerando a definição, os critérios diagnósticos e a distinção entre características definidoras, fatores relacionados e condições associadas, assinale a alternativa que apresenta apenas características definidoras do diagnóstico de enfermagem “retenção urinária”.
Em relação à Taxonomia conforme a NANDA-I (2021-2023), o diagnóstico de enfermagem “desesperança” integra o Domínio 9 – Enfrentamento/Tolerância ao Estresse e requer distinção criteriosa entre características definidoras, fatores relacionados e populações em risco, a fim de garantir precisão diagnóstica e planejamento adequado das intervenções de enfermagem. Considerando a definição oficial, as características definidoras, os fatores relacionados e as populações em risco descritos pela NANDA-I, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A verbalização de expectativas negativas persistentes em relação a si mesmo, ao mundo e ao futuro constitui característica definidora central do diagnóstico de enfermagem “desesperança”

(_) Redução da iniciativa, comportamento passivo e dificuldade ou incapacidade de projetar planos futuros são manifestações compatíveis com as características definidoras do diagnóstico “desesperança”.

(_) Estresse crônico, suporte social inadequado e percepção de baixa autoeficácia configuram fatores relacionados que podem contribuir para o desenvolvimento ou manutenção da “desesperança”.

(_) Sintomas depressivos associados, comportamentos de evitação e diminuição da verbalização espontânea podem ser identificados como características definidoras observáveis do diagnóstico “desesperança”.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: