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Um órgão público estruturou seu escritório central para gerenciar estrategicamente iniciativas, mas manteve o foco predominante em cronograma, custo e escopo individuais. Não houve análise de balanceamento entre categorias, nem revisão sistemática de aderência ao planejamento estratégico institucional. Os projetos bem executados são mantidos mesmo quando deixam de gerar valor estratégico. De acordo com as distinções conceituais entre gestão de projetos e gestão de portfólio, o equívoco estrutural identificado consistiu na:
Em uma revisão anual do portfólio, após mudanças macroeconômicas e redefinição de prioridades institucionais, o comitê deliberou pela manutenção de projetos com VPL estratégico decrescente, sob o argumento de estarem “90% executados fisicamente”, desconsiderando análise prospectiva de valor e realocação ótima de recursos escassos. A decisão do comitê evidenciou prevalência de:
Um portfólio apresentava desvio padrão consolidado de 12%. Após a incorporação de novo projeto, o desvio padrão agregado elevou-se para 12,3%. A análise de correlação indica baixa covariância com projetos existentes. Sob a ótica da gestão técnica de riscos em portfólio, fundamentada em variância-covariância, a decisão técnica deveria priorizar o(a):
Um mapeamento foi realizado pela equipe da EMGEPRON e revelou dependência crítica entre entregas intermediárias de cinco projetos estruturantes. A falha de um projeto elevou em 60% a probabilidade de atraso dos demais. De acordo com a gestão de risco de portfólio, o mapeamento foi essencial para:
Após adoção de controles mitigatórios, uma análise consolidada demonstrou que os riscos residuais agregados do portfólio permaneceram superiores ao nível historicamente aceito pela organização. Contudo, inexistia formalização de apetite ou tolerância a risco aprovada pela alta administração. Sob a ótica da governança e da gestão de riscos em portfólio, a falha estratégica central residiu na lacuna estrutural da: