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Uma empresa de médio porte do setor de serviços reorganiza suas operações após diagnóstico de que as unidades funcionais operam em silos, as decisões demoram por excesso de níveis hierárquicos e as equipes de atendimento ao cliente não têm autonomia para resolver demandas sem escalar para a chefia. A diretoria debate três propostas: a primeira sugere manter a estrutura funcional e investir em integração por comitês interfuncionais periódicos; a segunda propõe migrar para estrutura por processos com equipes multidisciplinares orientadas a resultados; a terceira defende adotar modelo de unidades de negócio autônomas com governança centralizada apenas em finanças e estratégia. Um consultor alerta que a escolha entre essas configurações não depende apenas de preferência gerencial, mas de pressupostos distintos sobre coordenação, poder, identidade organizacional e lógica de geração de valor. Considerando as perspectivas contemporâneas da teoria das organizações, a leitura mais adequada a respeito desse cenário é:
Em uma unidade curricular de empreendedorismo, estudantes criam aplicativo para conectar pequenos prestadores de serviço a clientes do bairro. O grupo preenche o Canvas com coerência interna, define proposta de valor e apresenta pitch convincente com linguagem e estrutura adequadas. O professor observa que não houve contato com prestadores reais, não há estimativa de custo de aquisição de clientes, as transações financeiras no aplicativo não foram analisadas quanto à segurança e nenhum canal foi testado. Nesse contexto, a intervenção pedagógica mais adequada é:
Em uma empresa simulada no curso técnico, a professora solicita que os estudantes construam um sistema de avaliação de desempenho para uma equipe responsável por vendas, atendimento, controle financeiro e entregas. Um grupo propõe "OKRs" para alinhar metas estratégicas; outro defende avaliação "360 graus" para reduzir vieses de julgamento; outro sugere matriz de desempenho e potencial para identificar lideranças futuras; outro propõe autoavaliação com rubrica formativa para fortalecer reflexão individual. A professora alerta que a finalidade é avaliar desempenho atual, aprendizagem e melhoria de processos, sem transformar a avaliação em ranking classificatório de talentos. Nesse cenário, a arquitetura avaliativa mais adequada é: 
Em uma atividade de aprendizagem baseada em projetos, estudantes estruturam uma startup de reaproveitamento de uniformes escolares. Identificam forte aceitação inicial das famílias, parceria possível com costureiras locais, baixa capacidade de triagem das peças e risco de rejeição por parte de estudantes que associam reúso à baixa renda. O grupo propõe lançar o projeto com campanha genérica de sustentabilidade, sem testar segmentos, validar proposta de valor, nem definir indicadores. Considerando planejamento estratégico e modelagem de negócios em ambiente de incerteza, assinale a alternativa que apresenta a orientação mais adequada: 
Uma turma de curso técnico realiza simulação de gestão de uma cooperativa escolar de produtos sustentáveis. Os grupos dividem tarefas em produção, vendas, finanças e comunicação. Com o aumento dos pedidos, surgem conflitos recorrentes: produção reclama que vendas promete prazos inviáveis; finanças cortam compras sem consultar produção; comunicação divulga valores ambientais que não aparecem nos fornecedores efetivamente escolhidos. O professor deseja avaliar a compreensão das funções administrativas. Nesse contexto, a interpretação mais adequada do problema central é: