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O Streptococcus pyogenes é um dos patógenos bacterianos mais importantes em humanos. Essa bactéria é responsável por quadros infecciosos simples, como impetigo e faringite, até infecções sistêmicas graves. Adicionalmente, complicações pósinfecciosas podem ocorrer, o que adiciona complexidade à infecção estreptocócica.


Quanto às formas de manifestação da doença e às suas complicações, assinale a afirmativa correta.

O Pneumocystis foi descoberto por Carlos Chagas em 1909. Sua importância clínica, no entanto, passou a ser observada somente a partir da década de 1940, com casos de pneumonia intersticial em indivíduos imunossuprimidos.
A partir da pandemia de HIV, na década de 1980, esse fungo ganhou destaque no meio médico, mantendo-se até hoje como a principal infecção oportunista nessa população.
Em pacientes vivendo com HIV com formas graves de pneumocistose (definidos como PaO2 < 70 mmHg em gasometria arterial), é primeira linha do tratamento a associação de

Em pacientes vivendo com HIV, a meningite criptocócica é um importante diagnóstico diferencial das síndromes neurológicas de evolução subaguda, devendo sempre ser considerada naqueles que apresentem cefaleia, febre inexplicada e confusão mental.


A realização da punção lombar, excluído critério de contraindicação, é uma etapa importante da investigação e, uma vez confirmado o diagnóstico, é mandatório o tratamento adequado e precoce, tendo em vista a alta letalidade associada à doença.


Em pacientes vivendo com HIV, são fatores implicados em pior prognóstico da neurocriptococose:

A Neisseria gonorrhoeae (gonococo) é um diplococo Gram negativo intracelular e configura uma importante causa de infecção sexualmente transmissível (ISTs), sendo uma importante etiologia dos corrimentos uretrais.
Quanto à infecção gonocócica no contexto de ISTs na população masculina, assinale a afirmativa correta.
A história do tratamento do HIV passou por diversas fases, desde tratamentos com fármacos únicos, que resultaram em muitas falhas terapêuticas, passando por tratamentos combinados com alta frequência de efeitos adversos e baixa eficácia, chegando finalmente à tratamentos combinados altamente eficazes, que permitiram o controle adequado da doença na população infectada pelo vírus, usualmente baseados no uso de pelo menos três fármacos. Atualmente, o esquema preferencial recomendado no Brasil está baseado no uso de Tenofovir, Lamivudina e Dolutegravir. Com o desenvolvimento de novos antirretrovirais de alta eficácia, no entanto, paradigmas quanto à necessidade de três medicamentos ativos para o tratamento do HIV foram quebrados e, atualmente, é disponível no Brasil a terapia dupla para a infecção, que apresenta como grande vantagem a diminuição dos efeitos adversos e menor interação medicamentosa.
Segundo orientação do Ministério da Saúde do Brasil, admitida a história de boa adesão e a ausência de falha terapêutica prévia, assinale a opção que mostra o grupo com indicação de uso de terapia dupla com dolutegravir/lamivudina.