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Homem de 45 anos, com colangite esclerosante primária e cirrose, apresenta piora do prurido e da icterícia de início recente. Ele relata perda de peso de aproximadamente 7 kg no último mês. Está afebril e nega qualquer dor abdominal significativa. Exames séricos atuais: fosfatase alcalina: 644 U/L; bilirrubina total: 5,8 mg/dL; aspartato aminotransferase: 122 U/L; alanina aminotransferase: 120 U/L; razão internacional normalizada: 1,3; hematócrito: 32%; contagem de leucócitos: 5.000/mm3. Marcadores tumorais: CA 19–9: 533 U/mL (normal: até 37); alfa-fetoproteína: 23 ng/mL (normal: até 10).
Nesse momento, o próximo passo mais apropriado é 

Homem de 76 anos com DPOC é atendido em consulta de rotina. Ele é ex-fumante há quarenta anos e usa terapia inalatória combinada de tiotrópio e olodaterol. Relata piora progressiva da dispneia e aumento do volume de escarro nos últimos seis meses, além de sudorese noturna intermitente e mal-estar geral. Ao exame físico: SatO2 : 94% em ar ambiente; pulmonar com murmúrio vesicular reduzido difusamente. A espirometria mostra (% do previsto): VEF1: 48%; capacidade vital forçada: 81%. Não há achados significativos nos exames de sangue de rotina. Uma de três amostras de escarro coletadas em dias separados é positiva para o complexo Mycobacterium avium. A tomografia de tórax é mostrada a seguir:Homem de 76 anos com DPOC é atendido em consulta de rotina. Ele é ex-fumante há quarenta anos e usa terapia inalatória combinada de tiotrópio e olodaterol. Relata piora progressiva da dispneia e aumento do volume de escarro nos últimos seis meses, além de sudorese noturna intermitente e mal-estar geral. Ao exame físico: SatO2: 94% em ar ambiente; pulmonar com murmúrio vesicular reduzido difusamente. A espirometria mostra (% do previsto): VEF1: 48%; capacidade vital forçada: 81%. Não há achados significativos nos exames de sangue de rotina. Uma de três amostras de escarro coletadas em dias separados é positiva para o complexo Mycobacterium avium. A tomografia de tórax é mostrada a seguir:


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Considerando a principal hipótese diagnóstica, o próximo passo mais apropriado no manejo desse paciente é

Homem de 81 anos é levado ao pronto-socorro devido à “fala arrastada”. Ao exame físico, apresenta discreta hemiparesia esquerda. A escala de AVC do National Institutes of Health (NIHSS) é 3. A ressonância magnética do encéfalo revela um único infarto lacunar antigo, sem evidência de isquemia aguda ou sangramento. Eletrocardiograma: ritmo sinusal, frequência de 62 bpm, hipertrofia ventricular esquerda e alterações inespecíficas do segmento ST. Angiotomografia de vasos cervicais e cranianos: estenose < 50% das artérias carótidas internas bilaterais. Ecocardiograma mostra fração de ejeção de ventrículo esquerdo normal e hipertrofia ventricular esquerda leve.
Quanto a esse paciente, a estratégia de longo prazo mais apropriada para prevenção secundária de AVC é
Mulher de 70 anos é avaliada devido a exames de sangue anormais. Os antecedentes são notáveis para hipertensão arterial, doença cardíaca isquêmica, doença renal crônica estágio 3 e úlcera péptica prévia. Ela está tomando ramipril, furosemida, suplementos de carbonato de cálcio e vitamina D. Ela nega sintoma, exceto dor abdominal ocasional e dispepsia frequente. Ao exame físico, ela está euvolêmica e a pressão arterial é de 110 x 80 mmHg. Exames séricos: cálcio ajustado: 12,1 mg/dL (normal: 8,5 a 10,5); fosfato: 2,7 mg/dL (normal: 2,3 a 4,6); bicarbonato: 37 mEq/L (normal: 22 a 26); proteína total: 6,0 g/dL; hormônio da paratireoide: baixo; 25-hidroxicolecalciferol: 50 ng/mL (normal: 20 a 48).
Constitui a explicação mais provável para os achados laboratoriais descritos:
Mulher de 38 anos, sem histórico médico prévio, procura o pronto-socorro com queixa de falta de ar e palpitações há dois dias. O eletrocardiograma mostra bloqueio do ramo direito e bloqueio fascicular anterior esquerdo. A angiotomografia de tórax é negativa para embolia pulmonar. O ecocardiograma revela: disfunção ventricular esquerda (VE) com fração de ejeção de 35%; tamanho normal de VE; espessura septal de VE de 1,4 cm. Ela é internada e inicia o tratamento com inibidor da ECA oral e furosemida intravenosa. Nos dois dias subsequentes, apesar da diurese, a dispneia piora. A telemetria mostra vários episódios de taquicardia ventricular não sustentada, e a troponina I é de 0,81 ng/mL (normal: < 0,03 ng/mL). No quarto dia de internação, ela desenvolve hipotensão progressiva, o que leva à transferência para a unidade de terapia intensiva. Um novo ecocardiograma mostra uma fração de ejeção de VE de 20%.
O teste diagnóstico mais apropriado nesse momento é