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Mulher de 45 anos, com doença de Crohn ileal fibroestenótica, é atendida com quadro de diarreia crônica. Ela foi submetida a uma ressecção ileal há três anos para tratamento de obstrução do intestino delgado. Há dois meses, uma ileocectomia para obstrução recorrente foi realizada. A revisão de suas anotações cirúrgicas indica que aproximadamente 120 cm de íleo foram ressecados. Desde então, ela tem evacuado diariamente, com fezes múltiplas, soltas e fétidas. Não há hematoquezia ou melena. A paciente refere perda de peso de 3,6 kg nos últimos três meses e nega tabagismo ou consumo de álcool. Ao exame físico: sinais vitais normais; IMC: 20 kg/m2; abdome: notam-se cicatrizes cirúrgicas de aspecto normal, sem dor.
A causa mais provável da diarreia é
Homem de 55 anos, com histórico de abuso de álcool, apresenta piora da dor epigástrica nos últimos dois dias. O abdome está sensível à palpação no epigástrio. Os exames laboratoriais revelam elevação da amilase e da lipase. A tomografia revela pancreatite intersticial com alterações inflamatórias peripancreáticas sem necrose. O paciente é internado, recebe fluidos intravenosos, analgesia e é mantido sem outra medicação. Ele melhora nas 72 horas seguintes e recebe alta. Dois meses após, é atendido em consulta de retorno e relata desconforto epigástrico leve, sem náuseas, vômitos ou perda de peso. Uma nova tomografia revela uma nova lesão cística de baixa atenuação, com uma parede fina adjacente ao corpo do pâncreas, medindo 7 cm.
O próximo passo mais apropriado na condução clínica desse paciente é
Homem de 67 anos, com histórico de doença arterial coronariana, para a qual foi submetido à cirurgia de revascularização do miocárdio há cinco anos, realiza um ecocardiograma que mostra um ventrículo esquerdo (VE) levemente aumentado com fração de ejeção de VE de 25%. Ele consegue se exercitar quatro vezes por semana durante uma hora e também faz caminhadas por algumas horas todos os fins de semana. Ele está em terapia medicamentosa com doses otimizadas de carvedilol, lisinopril, espironolactona, aspirina e atorvastatina. O eletrocardiograma mostra ritmo sinusal com bloqueio de ramo direito e duração do QRS de 138 ms.
A recomendação de escolha para esse paciente é
Homem de 55 anos, com hipertensão arterial e apneia obstrutiva do sono, é encaminhado para avaliação de doença arterial periférica (DAP) após ser submetido a índices tornozelo-braquiais (ITBs). Ele não se exercita regularmente, mas consegue realizar as atividades diárias sem limitações. Os medicamentos em uso são: aspirina em baixa dose e anlodipino (10 mg/dia). Ao exame físico: frequência cardíaca: 68 bpm; pressão arterial: 118 x 70 mmHg; IMC: 32 kg/m2; não há sopros cardíacos, e os pulmões estão limpos à ausculta; as extremidades estão quentes, sem edema; os pulsos pedioso e tibial posterior são 1+ à direita e normais à esquerda; os pulsos femoral e poplíteo são 2+ bilateralmente. Exames séricos: sódio: 142 mEq/L; potássio: 4,0 mEq/L; creatinina: 1,0 mg/dL; hemoglobina A1c: 5,9%; colesterol total: 158 mg/dL; HDL: 38 mg/dL; LDL: 71 mg/dL; triglicerídeos: 250 mg/dL; aspartato aminotransferase: 42 U/L; alanina aminotransferase: 56 U/L. Os ITBs são 1,1 à esquerda e 0,8 à direita.
O medicamento que mais provavelmente trará maior benefício e esse paciente é a
Mulher de 26 anos tem história de tosse crônica com secreção amarelada associada a dispneia ao subir escadas rapidamente. Ela fuma trinta cigarros por dia, com histórico de 13 anos-maço. Os testes de função pulmonar revelam (% do previsto): VEF1: 94%; capacidade vital forçada: 94%; capacidade pulmonar total: 107%; capacidade pulmonar de difusão de monóxido de carbono (TLCO): 57%. A radiografia e tomografia realizadas são mostradas a seguir:
Imagem associada para resolução da questão
O exame que mais provavelmente deve confirmar a principal hipótese diagnóstica é