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Homem de 35 anos dá entrada na sala de trauma devido a atropelamento por automóvel. Encontra-se consciente, PA: 110 × 80 bpm; FC: 98 bpm e FR: 25 irpm. Queixa-se de dor torácica à direita associada a dispneia leve. Ao exame: murmúrio vesicular diminuído e macicez à percussão do hemitórax direito. A radiografia de tóra x revela opacificação homogênea na base direita na posição supina. Foi indicada drenagem torácica em selo d’água, sendo observada saída de 1.600 mL de sangue de forma imediata.


Assinale a alternativa correta quanto ao manejo do hemotórax.

Um jovem de 25 anos foi vítima de ferimento por arma branca na região torácica após um desentendimento no trânsito. Foi trazido por populares para a Unidade Básica de Saúde mais próxima. Encontra-se consciente e agitado, taquipneico, taquicardíaco e saturando 85% em ar ambiente. O médico de plantão avalia a lesão, que apresenta 3,0 cm de diâmetro e localiza-se na linha axilar média à esquerda. Percebe que há ruídos e borbulhamento pela ferida com entrada e saída de ar. A unidade de saúde não conta com cirurgião de plantão ou sala de trauma.


Com base no caso descrito, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada.

Um homem de 50 anos, vítima de acidente automobilístico, é admitido na sala de trauma consciente, com queixa de dor abdominal difusa e escoriações na parede anterior do abdome e tórax. Apresenta pressão arterial de 90 × 60 mmHg; FC: 130 bpm; FR: 28 irpm e saturação de 96% em ar ambiente. Ao exame, mostra sensibilidade abdominal difusa à palpação, mas sem sinais de peritonite: sem dor à descompressão brusca ou punho-percussão. Há nítida distensão abdominal, e a pelve está estável à palpação e mobilização. O paciente tem hálito etílico e encontra-se agitado e agressivo.


Assinale a alternativa mais adequada.

Na sala de emergência, é admitido um paciente de 34 anos, vítima de queda de motocicleta em alta velocidade. Apresenta-se consciente e lembra-se de todo o ocorrido. Os sinais vitais estão estáveis, sem sinais de choque ou instabilidade. Queixa-se de intensa dor pélvica. Ao exame, mostra escoriações na região glútea, um hematoma perineal extenso e sangue no meato uretral. A palpação retal revela que o tônus do esfíncter é preservado e não se percebe sangue em dedo de luva.


A conduta mais apropriada é

Mulher de 70 anos é diagnosticada há dois meses com dermatomiosite com base em fraqueza muscular proximal, elevação de creatina quinase (CPK), miopatia irritável na eletroneuromiografia e erupção cutânea característica (sinais de Gottron e heliotrópio). O diagnóstico foi corroborado por anticorpo anti-TIF1gama positivo. Ela foi submetida a doses decrescentes de esteroides e micofenolato, com melhora da doença. Um ano depois, a paciente apresenta piora da fraqueza muscular e da erupção cutânea, associada à perda de peso de 9 kg nos últimos seis meses e novo início de tosse não produtiva. O tratamento com prednisona é iniciado novamente, mas não houve resposta. Os exames laboratoriais são significativos para marcadores inflamatórios elevados e anemia microcítica.

Constitui a causa mais provável para o quadro dessa paciente: