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Homem de 45 anos, com colangite esclerosante primária e cirrose, apresenta piora do prurido e da icterícia de início recente. Ele relata perda de peso de aproximadamente 7 kg no último mês. Está afebril e nega qualquer dor abdominal significativa. Exames séricos atuais: fosfatase alcalina: 644 U/L; bilirrubina total: 5,8 mg/dL; aspartato aminotransferase: 122 U/L; alanina aminotransferase: 120 U/L; razão internacional normalizada: 1,3; hematócrito: 32%; contagem de leucócitos: 5.000/mm3 . Marcadores tumorais: CA 19–9: 533 U/mL (normal: até 37); alfa-fetoproteína: 23 ng/mL (normal: até 10).

Nesse momento, o próximo passo mais apropriado é
Homem de 81 anos é levado ao pronto-socorro devido à “fala arrastada”. Ao exame físico, apresenta discreta hemiparesia esquerda. A escala de AVC do National Institutes of Health (NIHSS) é 3. A ressonância magnética do encéfalo revela um único infarto lacunar antigo, sem evidência de isquemia aguda ou sangramento. Eletrocardiograma: ritmo sinusal, frequência de 62 bpm, hipertrofia ventricular esquerda e alterações inespecíficas do segmento ST. Angiotomografia de vasos cervicais e cranianos: estenose < 50% das artérias carótidas internas bilaterais. Ecocardiograma mostra fração de ejeção de ventrículo esquerdo normal e hipertrofia ventricular esquerda leve.

Quanto a esse paciente, a estratégia de longo prazo mais apropriada para prevenção secundária de AVC é
Mulher de 72 anos é atendida em consulta de retorno. O histórico é positivo para tabagismo de 25 anos-maço e DPOC (grau 3; grupo B). Recentemente, ela teve pneumonia com infiltrado persistente no lobo inferior direito observado na radiografia de tórax. A paciente foi tratada com antibiótico. Seu peso permaneceu estável, e ela não apresentou febre ou sudorese noturna. Após seis semanas, uma radiografia de tórax de acompanhamento não apresentou alterações. Uma tomografia é então realizada e mostrada a seguir (a parte sólida do nódulo é de 7 mm):
Imagem associada para resolução da questão (Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)


Quanto a essa paciente, o próximo passo mais apropriado é
Mulher de 38 anos, sem histórico médico prévio, procura o pronto-socorro com queixa de falta de ar e palpitações há dois dias. O eletrocardiograma mostra bloqueio do ramo direito e bloqueio fascicular anterior esquerdo. A angiotomografia de tórax é negativa para embolia pulmonar. O ecocardiograma revela: disfunção ventricular esquerda (VE) com fração de ejeção de 35%; tamanho normal de VE; espessura septal de VE de 1,4 cm. Ela é internada e inicia o tratamento com inibidor da ECA oral e furosemida intravenosa. Nos dois dias subsequentes, apesar da diurese, a dispneia piora. A telemetria mostra vários episódios de taquicardia ventricular não sustentada, e a troponina I é de 0,81 ng/mL (normal: < 0,03 ng/mL). No quarto dia de internação, ela desenvolve hipotensão progressiva, o que leva à transferência para a unidade de terapia intensiva. Um novo ecocardiograma mostra uma fração de ejeção de VE de 20%.

O teste diagnóstico mais apropriado nesse momento é 
Mulher de 25 anos é avaliada por causa de uma mudança de personalidade nos últimos seis meses, relatada pelo marido. Ele afirma que ela frequentemente fica excessivamente preocupada com um único tema, muitas vezes de natureza religiosa (não era uma pessoa religiosa anteriormente). Refere que ela frequentemente persevera em um tema enquanto fala e que é excessivamente inclusiva em suas descrições. Por fim, ele observa que, embora antes os dois tivessem uma vida sexual satisfatória, agora a paciente parece não ter nenhum desejo sexual. O médico também considera a paciente muito intensa emocionalmente. O exame físico é normal.

Quanto a essa paciente, a principal hipótese diagnóstica é