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Paciente do sexo feminino, 48 anos, no menacme, com ciclos regulares e fluxo normal, relata quadro de fadiga e cansaço progressivos. Refere obstipação crônica, mas o quadro vem se intensificando nos últimos meses e tem a sensação de evacuação incompleta. Procura o médico e, ao exame físico, apresenta mucosas hipocoradas, sem outros achados relevantes. Exame ginecológico e toque retal normais. Hemograma revela Hb: 9 mg/dL, VCM: 70 fL, CHCM: 30 g/dL, L: 8.300/mm3 , Pl: 280.000/mm3 , U: 43 mg/dL, C: 0,8 mg/dL, TGO: 24 U/L, TGP: 28 U/L, BT: 1,1 mg/dL, albumina: 4,5 g/dL. Protoparasitológico de fezes negativo.

Nesse caso,
Paciente, 52 anos, sexo masculino, ex-tabagista, 22 maços-ano, parou há dois anos. Em exame pré-admissional, apresenta nódulo em pulmão esquerdo de 1,5 cm no maior eixo. Tomografia computadorizada (TC) de tórax sem contraste mostra nódulo sólido de 16 mm em LID. Refere tosse esporádica, com secreção clara. Exame físico normal.

A conduta indicada nesse caso é:
Mãe de 29 anos, HIV negativa, puérpera de 10 dias, procura o serviço de puericultura com o recém-nascido a termo, que está em aleitamento materno exclusivo. Relata estar em tratamento para tuberculose pulmonar, iniciando o esquema RIPE, há 5 dias, e refere uso recente de codeína para tosse. Apresenta também lesões vesiculares dolorosas em aréola da mama esquerda, compatíveis com herpes simples ativo.

Nesse contexto, com relação à amamentação e ao uso dos medicamentos, a conduta correta é
Menina de 6 anos, previamente saudável, apresenta tosse seca há 3 semanas, febre vespertina e perda de peso de 2 kg no último mês. O exame físico revela estertores finos em ápice pulmonar direito e linfonodo cervical de 1,5 cm, móvel e indolor. A radiografia de tórax mostra infiltrado heterogêneo no terço superior do pulmão direito com discreta adenomegalia hilar. O teste tuberculínico (PPD) apresenta 12 mm, e o IGRA (interferon-gama release assay) é positivo. A baciloscopia de escarro é negativa em três amostras.

Diante do caso clínico mencionado, qual o diagnóstico provável e a conduta adequada?
Criança de 2 anos, internada por diarreia crônica e perda de peso acentuada, apresenta emagrecimento grave, edema de membros inferiores, hipoalbuminemia e apatia. O diagnóstico nutricional é desnutrição energético-proteica grave (marasmo-kwashiorkor).

Frente ao exposto, qual é a conduta inicial adequada no manejo hospitalar dessa criança?