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No ambulatório, dá entrada uma mulher de 26 anos que se apresenta com sinais de masculinização, incluindo aumento de pelos faciais, voz mais grave e aumento da massa muscular. Exames laboratoriais revelam níveis elevados de testosterona e DHEA-S (dehidroepiandrosterona).
Diante desse quadro clínico, a hipótese diagnóstica principal é: 
Um homem de 28 anos, admitido no pronto-socorro após um acidente automobilístico, apresenta ectoscopicamente sinais evidentes de trauma abdominal. Na avaliação neurológica inicial, está consciente, mas confuso. Seus sinais vitais são: pressão arterial de 85/60 mmHg, frequência cardíaca de 130 bpm, frequência respiratória de 28 ipm, saturação de oxigênio de 94% em ar ambiente. Sua pele está fria e pegajosa, com enchimento capilar prolongado. Refere dor intensa no abdômen. O abdômen está tenso e distendido, com dor à palpação e sem peristaltismo audível.
Os exames complementares mostram hemoglobina 8 g/dL com hematócrito de 24%. Foi realizado um FAST (Focused Assessment with Sonography for Trauma), que mostrou líquido livre na cavidade peritoneal. Radiografia de tórax e pelve não mostrou fraturas.
Nesse momento, seu diagnóstico é de choque hipovolêmico grau III por hemorragia intra-abdominal.
A conduta adotada deverá ser: 
O conhecimento sobre os anestésicos locais é de fundamental importância, dado que eles são usados constantemente em pequenas cirurgias e procedimentos que necessitam de anestesia.
Nesse contexto, é correto afirmar que:
A profilaxia e o controle da infecção em cirurgia são de fundamental importância para a prática cirúrgica. Por isso, o conhecimento dos métodos e substâncias usados para a esterilização de materiais, equipamentos e do ambiente cirúrgico é obrigatório.
Nesse contexto, os processos de assepsia e antissepsia são corretamente definidos, respectivamente, como:
Um paciente de 34 anos apresenta-se na consulta com histórico de obesidade grave há mais de 10 anos. Ele tem um índice de massa corporal (IMC) de 44 kg/m² e sofre de várias comorbidades relacionadas à obesidade, incluindo diabetes tipo 2, hipertensão arterial e apneia do sono. Ele já tentou vários tratamentos, incluindo dietas supervisionadas, programas de exercícios e medicações para perda de peso, sem sucesso. Relata que essas condições estão afetando seriamente sua qualidade de vida e capacidade de trabalho. Após uma avaliação completa, ele é considerado um bom candidato para cirurgia bariátrica.
A técnica considerada o “padrão ouro” para esse paciente é: