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No hospital, dá entrada um homem de 58 anos, hígido, que se queixa de dor abdominal no quadrante inferior esquerdo e refere náuseas há dois dias e febre de mais de 38 °C. O exame físico revela dor à palpação e sinal de Blumberg no quadrante inferior esquerdo. Uma tomografia computadorizada do abdômen mostra um abscesso pericólico com mais de 6 cm, pneumoperitônio e sinais de peritonite.
Diante desse quadro clínico, o diagnóstico e o tratamento mais apropriados são, respectivamente:
Um paciente de 81 anos, com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica e insuficiência cardíaca congestiva, é internado para tratamento de pneumonia. Após alguns dias de tratamento com antibióticos e repouso no leito, ele começa a apresentar distensão abdominal significativa, dor leve e náuseas, mas sem vômitos. Não apresenta sinais clínicos de peritonite aos exames físico e laboratorial. Radiografias do abdômen mostram dilatação importante dos cólons, principalmente no ceco e cólon ascendente, porém sem evidência de obstrução mecânica.
Diante desse quadro clínico, o diagnóstico mais provável e a melhor abordagem inicial para o manejo desse paciente são, respectivamente:
Uma paciente de 72 anos apresenta dor abdominal localizada e uma massa palpável na região inguinal direita. Durante a exploração cirúrgica, observa-se uma hérnia de Richter.
Na descrição cirúrgica, a característica anatômica dessa hérnia e o tratamento realizado devem ser descritos do seguinte modo:
Um jovem de 15 anos sofreu um trauma abdominal contuso em acidente automobilístico. Ao exame físico, apresenta dor abdominal epigástrica e tem os seguintes resultados de exames: hemograma com leucocitose de 10.200, níveis elevados de amilase sérica e uma tomografia computadorizada que mostra uma lesão no pâncreas com envolvimento do ducto pancreático principal.
Diante desse quadro clínico, a abordagem mais apropriada para o diagnóstico e tratamento do paciente é:
Um homem de 26 anos foi admitido na emergência após um acidente de motocicleta. Ao exame físico, apresenta dor torácica intensa e dificuldade respiratória com saturação de 84%. Observa-se tórax flácido, com segmento da parede torácica que se move paradoxalmente. Há crepitação quando da palpação do gradil costal.
Diante desse quadro, a melhor abordagem inicial para o manejo do paciente é: