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Seguindo a Diretriz 2025 da Sociedade Europeia de Medicina Intensiva (European Society of Intensive Care Medicine) sobre Choque Circulatório e Monitorização Hemodinâmica, a recomendação sobre responsividade de fluidos com melhor evidência é o
Na Síndrome de Guillain-Barré, são critérios de diagnósticos e características clínicas: 
A respeito da sedoanalgesia em UTI, são características de sedativos e analgésicos, respectivamente,
Homem, 34 anos, com diabetes Mellitus tipo 1 há 20 anos, em uso de esquema basal-bólus (uso de insulina de ação prolongada combinado com insulina de ação rápida nas refeições), é admitido na UTI por cetoacidose diabética (CAD) grave secundária à pielonefrite aguda.
À admissão, apresenta: glicemia 582 mg/dL, pH arterial 7,04, bicarbonato sérico 6 mEq/L, ânion-gap 26, cetonúria 3+, potássio sérico 5,2 mEq/L, Glasgow 14 (sonolento, mas orientado).
Nesse caso, a sequência de tratamento proposta, para a fase inicial ressuscitativa da cetoacidose diabética, é:
Paciente do sexo feminino, 68 anos, internada na UTI, apresenta IMC de 40 Kg/m2 , é retrognata e necessita de ventilaç?o mecânica invasiva. O seu quadro clínico impossibilita um exame detalhado da orofaringe e pescoço. A avaliação da via aérea superior por ultrassonografia beira-leito pode indicar uma possível dificuldade para intubá-la.
As medidas dos parâmetros de distância da pele a epiglote (DPE), distância hyomental ( DHM) e espessura da língua( EL) que sugerem via aérea difícil são: