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Catarina, 47 anos, procura cuidados primários com história de uma cefaleia recorrente fronto-orbital direita iniciada há mais ou menos 20 anos. Os ataques demoravam menos de 20 minutos e ocorriam três vezes ao dia. A dor era forte, pulsátil, em pontadas ou em ardume, associada a náuseas, fobias sensoriais, semiptose e edema palpebrais, lacrimejamento e congestão nasal. Quando procurou os cuidados primários, estava sofrendo crises quase diárias há duas semanas. Nega comorbidades, febre ou qualquer outro sintoma. Ao exame físico, estava lúcida, orientada, exame clínico neurológico sem alterações, pressão arterial = 120x80 mmHg, frequência cardíaca 95 bpm e temperatura axilar = 36ºC. Foi submetida ao exame de fundo de olho, não sendo observadas alterações.
Qual a melhor terapêutica para a cefaleia da Catarina:
Francisco, 42 anos, procura cuidados da APS, relatando que subitamente apresentou mal-estar e palpitações que culminaram em síncope de provável etiologia cardiogênica. Foi realizado um ECG, conforme imagem a seguir:
Imagem associada para resolução da questão

De acordo com a demanda e o ECG de Francisco, o tratamento mais adequado é:
Alberto, 34 anos, pardo, procurou atendimento médico referindo áreas hipoestésicas nos membros superiores e inferiores. Ao exame físico, foram encontradas máculas de limites imprecisos e contornos irregulares no membro inferior esquerdo, placas infiltradas eritematosas nos membros superiores e inferiores e ausência de espessamento neural. Nessa ocasião, a baciloscopia dos pontos índices revelou positividade de 3+/6+ e a biópsia, dermatite nodular com predomínio histiocitário. O diagnóstico foi de hanseníase multibacilar (MB). Poliquimiterapia (PQT) MB foi instituída. Na décima primeira dose, paciente apresentou quadro de febre e queda do estado geral, associados a bolhas e nódulos nos membros superiores, inferiores, face, tronco, úlceras dolorosas pelo corpo, adenite, orquite e uveíte. As imagens do paciente estão a seguir.
Imagem associada para resolução da questão

De acordo com o contexto clínico de Alberto, o diagnóstico e o tratamento mais adequado é:

Hamilton, 46 anos, branco, com sobrepeso, procura o serviço de atenção primária por ter acordado pela manhã com intensa dor no joelho direito, a ponto de não conseguir flexioná-lo ou apoiar o membro inferior no chão. Ao ser questionado sobre comorbidades, relata ser hipertenso, em uso irregular de medicamentos, e dislipidêmico (hipertrigliceridemia) sem tratamento. Afirma não ter apresentado episódios prévios semelhantes. Ao realizar exame, verificam-se temperatura axilar de 37,5°C, frequência cardíaca de 101 bpm e pressão arterial de 160/100 mmHg. Não há particularidades no aparelho cardiovascular, no respiratório e no exame físico do abdome. A partir do exame osteoarticular, constata-se hipersensibilidade ao toque e à mobilização do joelho direito, associada a edema, hiperemia e elevação da temperatura local. Para investigação complementar, realiza-se exame raios X do joelho direito, o qual evidencia edema de partes moles, sem alterações na articulação. No hemograma, verificam-se 13.000 leucócitos (sem desvio), creatinina de 1,2 mg/dL e ácido úrico de 7,9 mg/dL. Efetua-se punção articular do joelho direito e o material, turvo, não viscoso e não purulento, é enviado para análise laboratorial.
Ao se propor o cuidado integral para Hamilton, inicialmente, deve-se prescrever_________________; posteriormente, para controle do ácido úrico,___________________; para controle dos níveis pressóricos______________________ e, para tratamento da dislipidemia, __________________.
Assinale a alternativa que contém as palavras que completam adequadamente as lacunas acima.
Gestante com amenorreia de 14 semanas comparece na Unidade de Saúde num sexta-feira no final do expediente com quadro de disúria, polaciúria e nictúria. Não há febre e apresenta bom estado geral. Assinale a alternativa com a conduta correta.